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Na vida real, diferente dos livros de história, as histórias chegam até nós não em sua totalidade, mas em pedaços, segmentos quebrados e ecos parciais, uma frase completa aqui, um fragmento ali, uma pista escondida no meio. Na vida, ao contrário dos livros, temos que tecer nossas histórias com fios tão finos quanto as veias que correm pelas asas de uma borboleta.
O amor é a afirmação ousada da esperança.
É isto que as migrações e as realocações fazem conosco: quando você sai da sua casa para terras desconhecidas, não continua simplesmente como antes; uma parte de você morre por dentro para que outra parte possa começar tudo de novo.
Hoje eu penso no fanatismo – de qualquer tipo – como uma doença viral.