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O passeio do outro lado da rua Gente Que não conhecerei nunca Ninguém mais nesta mesa De um café milenário – Raras vezes Terei estado menos só A nave espacial chamada terra Singra comigo tarde adiante Tudo volve milenário As pedras da rua O cimento gasto do passeio As recordações
Por Alberto de LacerdaA experiência ensina-nos a desconfiar de tudo, e muito especialmente de nós próprios.
Por Condessa DashJeremias, JR, 3:5, Conservarás para sempre a tua ira? Ou a reterás até o fim?` Sim, isso é o que você diz, mas comete maldade até não poder mais.`
Por Jeremias, Antigo TestamentoÀs vezes cometemos o erro de pensar que monstros são aberrações abomináveis, à espreita nos becos mais escuros, quando a verdade é muito mais perturbadora. Os homens mais monstruosos são aqueles que se sentam à vista de todos, desafiando você a desafiá-los.
Por Kalynn BayronNós éramos tudo um pro outro. Não havia casal igual a nós. Achei que ficaríamos juntos pra sempre.
Por A Mãe da Noiva (filme)Juntemos nossos lábios e tentemos... Sorver a respiração um do outro, E enquanto nossas perplexas línguas se confundem...
Por Ben JohnsonMe nego a viver em um mundo ordinário como uma mulher ordinária. A estabelecer relações ordinárias. Necessito o êxtase. Não me adaptarei ao mundo. Me adapto a mim mesma.
Por Anaïs NinTudo o que eu pensava sobre o amor não tinha nada a ver com ele. Percebi que não conseguia reconhecer o amor porque, na realidade, nunca o havia visto. É claro que eu tinha uma imagem na cabeça, mas ela não servia mais. Também descobri que o amor é mais do que um sentimento bom. É mais do que se sentir necessário ou ter suas carências preenchidas.
Por Iyanla VanzantEu sei que você merece algo melhor do que eu. Você acha que eu não sei disso? Mas se há alguma mulher feita para mim... é você. Eu vou fazer o que tenho que fazer, beija-flor. Você me ouviu? Eu vou fazer de tudo.
Por Jamie McGuireSe ao menos a morte tivesse revistas... Ela morria tantas vezes em tiroteios à porta de casa que já não sabia morrer para sempre assim de uma vez só. Se ao menos se marcasse um dia para a morte, uma hora certa como no dentista que apesar de tudo nos faz esperar onde apesar de tudo não sabemos quando será a nossa vez. Se ao menos a morte tivesse revistas e gente na sala de espera não estaríamos tão sós tão vivos nessa ideia final nesse desconforto. Poríamos o nome na lista quando estivéssemos prontos sabendo que seria fácil desmarcar marcar para outro dia ou simplesmente não comparecer. Depois, ficaríamos com a dor, com o terror de passar sequer naquela rua como ela à porta de casa. Ela que morria tantas vezes porque morria de medo de morrer.
Por Filipa Leal