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Eu acho que nós sonhamos para não ficarmos separados por muito tempo. Se estivermos nos sonhos um do outro, podemos estar juntos o tempo todo.

Por A.A. Milne

Despreza tudo, mas de modo que o desprezar não te incomode. Não te julgues superior ao desprezares. A arte do desprezo nobre está nisso.

Por Bernardo Soares

O ciúme é muitas vezes uma inquieta necessidade de tirania aplicada às coisas do amor.

Por Marcel Proust

A vergonha pode matar a imaginação.

Por Eloisa James

Ninguém gosta de pedir muito da vida porque tem medo da derrota. Mas quem deseja realizar um sonho, tem que olhar o mundo como se fosse um tesouro imenso, que está ali a espera que seja descoberto e conquistado.

Por Paulo Coelho

O público entende quase todos os efeitos da arte, e dificilmente alguma das suas causas.

Por Emanuel Wertheimer

Sempre foi assim? Notícias ruins o tempo todo?

Por A Misteriosa Sociedade Benedict

Quem se cansa da beleza, se cansa de viver.

Por Downton Abbey

Há pouco sucesso onde há pouca alegria.

Por Andrew Carnegie

O arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.

Por Junqueira Freire