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Você tem que entender que eu nasci com o dom Agradeço e sei que eu tenho a bênção de Deus (amém) Não ando com qualquer um, eu só ando com os meus Eu não era nada e já tô quase milionário E os haters não entendem o que que aconteceu
Por JayA LuuckEmbora seja assim que todas as histórias se desenrolam, ainda não consigo acreditar que a nossa não durará para sempre.
Por John TyreePessoas são máscaras colocadas pela inconsciência coletiva. Almas e memórias são janelas abertas no mar.
Por Code GeassPoderias eu aconselhar, mas prefiro me aconselhar em silêncio já que sou eu quem mais preciso de conselhos durante minha vida. Devo esperar consideração? Esperar me cansas a alma ! Prefiro me considerar e não esperar nada de alguém já que as pessoas oferecem o que elas preferem oferecer. Respeito ? Prefiro me respeitar e conquistar o respeito das pessoas que sabem a importância do respeito.
Por AnônimoQuando os costumes são suficientes, as leis são desnecessárias. Quando os costumes são insuficientes, é impossível fazer respeitar as leis.
Por Émile DurkheimToda mudança positiva - todo salto para um nível maior de energia e consciência - envolve um ritual de passagem. A cada subida para um degrau mais alto na escada da evolução pessoal, devemos atravessar um período de desconforto, de iniciação. Eu nunca conheci uma exceção.
Por Dan MillmanLembrar-me-ei de ti Lembrar-me-ei de ti, e eternamente Hei de chorar tua fatal ausência, Enquanto atroz saudade Não extinguir-me a seiva da existência; E recordando amores que frui, Por estes sítios sempre entre suspiros Lembrar-me-ei de ti. De noite no aposento solitário Cismando a sós, verei a tua imagem Aparecer-me pálida e saudosa Dos sonhos na miragem; E então chorando o anjo que perdi, Meu leito banharei de ardente pranto Chamando em vão por ti. Quando a manhã formosa alvorecendo De seus fulgores inundar o espaço, Demandarei saudoso Esse lugar em que no extremo abraço Teu lindo corpo ao peito meu cingi; E deste vale os ecos acordando Perguntarei por ti. Quando por trás daqueles arvoredos O sol sumir-se, vagarei sozinho Por essas sombras, onde outrora juntos Nos sentamos à borda do caminho; E às auras que suspiram por ali, Inda teu doce nome murmurando, Hei de falar de ti. Além, onde sonora a fonte golfa À sombra de um vergel sempre viçoso, Que sobre nós mil flores entornava, Irei beijar a relva em que ditoso Sobre teu seio a fronte adormeci, E com a clara linfa que murmura, Suspirarei por ti. E quando enfim secar-se a última lágrima Nos olhos meus em triste desalento, Bem como a lira, em que gemendo estala A extrema corda com dorido acento, No sítio em que a primeira vez te vi, Exalando um suspiro, de saudades Hei de morrer por ti.
Por Bernardo Guimarães