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Violet Crawley: – No que estou sentada? Matthew: – Cadeira giratória. Inventada por Thomas Jefferson. Violet Crawley: – Por que todo dia envolve uma briga com um americano?
Por Downton AbbeyEsse sonho parece impossível, né? Mas até que chega uma hora que ele muda. Muda de nome e vira realidade.
Por Além do Guarda-Roupa (série)A sorte do amor que teve Um dia você conhece alguém e se dedica imensamente a essa pessoa... Você entrega-se à ela com toda alma e coração. Na verdade, desde então não existe um único pensamento seu em que esta pessoa não apareça. Você à ama sobremaneira, e chega mesmo a esquecer de si, para cuidar unicamente dela, até que um belo dia teu mundo desaba e você percebe cruelmente que o sentimento que você nutria era só seu, que não havia nada além daquele teu imenso amor por ela. Neste dia, não te desaponte, não entristeça. Olhe para os céus e agradeça por ter conhecido a sublime dádiva do amor, mesmo que apenas você tenha realmente amado. E por ter sido real e verdadeiro o teu amor inspire-se, e cante para sempre os momentos felizes da sorte do amor que teve...
Por Augusto BrancoReciprocidade é o que Jesus faz conosco durante a madrugada. Nos avisando o que é necessário e nos ensinando a viver de promessas, mesmo que o mundo inteiro pense ou julgue como uma mera ilusão.
Por Tayrine MoreiraMemórias podem aquecê-lo a partir do interior. Mas elas também podem rasgar você.
Por Haruki MurakamiII Reis, 2RS, 1:5, Os mensageiros voltaram para o rei, e este lhes perguntou: - O que houve? Por que voltaram?
Por II Reis, Antigo TestamentoSe você não consegue entender por que alguém está fazendo alguma coisa, observe as conseqüências de suas ações, sejam elas quais forem, e então deduza as motivações de suas consequências. Por exemplo, se alguém está tornando todos ao seu redor infelizes e você gostaria de saber por que, sua motivação pode ser simplesmente fazer com que todos ao seu redor estejam infelizes, incluindo eles mesmos.
Por Jordan B. PetersonII Reis, 2RS, 23:5, Josias destituiu os sacerdotes que os reis de Judá haviam escolhido para queimar incenso sobre os lugares altos nas cidades de Judá e ao redor de Jerusalém, bem como os que queimavam incenso a Baal, ao sol, à lua, aos planetas e a todo o exército dos céus.
Por II Reis, Antigo TestamentoAniversário No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, Eu era feliz e ninguém estava morto. Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos, E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer. No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma, De ser inteligente para entre a família, E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim. Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças. Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida. Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo, O que fui de coração e parentesco. O que fui de serões de meia-província, O que fui de amarem-me e eu ser menino, O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui... A que distância!... (Nem o acho... ) O tempo em que festejavam o dia dos meus anos! O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa, Pondo grelado nas paredes... O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas), O que eu sou hoje é terem vendido a casa, É terem morrido todos, É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio... No tempo em que festejavam o dia dos meus anos... Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo! Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez, Por uma viagem metafísica e carnal, Com uma dualidade de eu para mim... Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes! Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui... A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos, O aparador com muitas coisas — doces, frutas, o resto na sombra debaixo do alçado, As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa, No tempo em que festejavam o dia dos meus anos... Pára, meu coração! Não penses! Deixa o pensar na cabeça! Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus! Hoje já não faço anos. Duro. Somam-se-me dias. Serei velho quando o for. Mais nada. Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!... O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...
Por Álvaro de Campos