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Mateus, MT, 3:3, Pois é a João que se refere o que foi dito por meio do profeta Isaías: ´Voz do que clama no deserto: Preparem o caminho do Senhor, endireitem as suas veredas.`
Por Mateus, Novo TestamentoEfésios, EF, 2:6, e juntamente com ele nos ressuscitou e com ele nos fez assentar nas regiões celestiais em Cristo Jesus.
Por Efésios, Novo TestamentoJoão, JO, 1:48, Natanael perguntou a Jesus: - De onde o senhor me conhece? Jesus respondeu: <J> - Antes de Filipe chamá-lo, eu já tinha visto você debaixo da figueira.</J>
Por João, Novo TestamentoII Crônicas, 2CR, 2:9, para me prepararem muita madeira, porque o templo que edificarei será grande e maravilhoso.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoCada um cada um, cada caso é um caso. Converse com Deus, com Ele não tem data, não tem prazo, não tem hora, nem atraso.
Por Edi RockO conhecimento deve conduzir ao amor. Quanto mais sabemos, mais devemos compartilhar do que sabemos com os outros e usar o nosso conhecimento em serviço a eles, seja na evangelização, seja no ministério. Às vezes, porém, nosso amor poderá moderar o nosso conhecimento. Pois o conhecimento em si pode ser ríspido; é-lhe necessário Ter a sensibilidade que o amor lhe pode dar. Foi isso o que Paulo quis dizer quando escreveu: “O saber ensoberbece, mas o amor edifica”. O “senhor do saber” de quem ele fala é o cristão instruído, sabedor de que há um só Deus, de que os ídolos nada são, e que portanto não há razão teológica alguma pela qual não deva comer uma comida que fora anteriormente oferecida a ídolos. Entretanto, pode haver um motivo de ordem prática para dela se abster. É que alguns cristãos não têm tal conhecimento e, em conseqüência, suas consciências são “fracas”, ou seja, não instruídas e excessivamente escrupulosas. Anteriormente eles próprios haviam sido idólatras. E, mesmo depois de sua conversão, acham que, em sã consciência, não podem comer tais carnes. Estando com eles, então, Paulo argumenta: o cristão “forte” ou instruído deve abster-se para não ofender a consciência “fraca” de seus irmãos. Ele mesmo tem a liberdade de consciência para comer. Porém o seu amor limita a liberdade que o conhecimento lhe dá. Talvez seja contra tais circunstâncias que Paulo chega a dizer, em alguns capítulos adiante: “Ainda que eu ... conheça todos os mistérios e toda a ciência ... se não tiver amor, nada serei”.
Por John Stott