Mais frases de Clície Pontes!

O amor é uma doença. Eu sinto náuseas, febres, dores musculares. Eu acordo assustada no meio da noite. Eu choro à toa.

Por Tati Bernardi

A minha música não é contra os brancos. Eu nunca poderia cantar isso. A minha música é contra o sistema, que ensina você a viver e a morrer.

Por Bob Marley

FINDA-SE O DIA... A PENUMBRA DA NOITE CHEGA... E COM ELA A TRISTEZA AUMENTA SEGUIDA, DE UMA GRANDE FALTA DE ESPEREÇA.... A NOITE CAI, COM ELA TRAZ O DESESPERO DA SOLIDÃO PROCURO ACALMAR MEU CORAÇÃO PROCURO ESQUECER DE TUDO QUE FIZ DE MAU PROCURO ESQUECER DE TUDO QUE ME FIZERAM MAU PROCURO DORMIR DE MEDO DAS TREVAS PROCURO A PORTA PARA ESCAPAR DE MIM MESMO. MAS A SOLIDÃO DA NOITE SE FAZ MAIS FORTE EU ENTÃO NÃO TENDO MAIS FORÇAS PARA SAIR A LUTA ENTÃO ME ENTREGO ME ENTREGO POR SABER QUE NÃO A MAIS FORÇAS HUMANAS PARA TAL.. SUFOCO-ME EM CHORO E EM LAGRIMAS QUE ARDEM O ROSTO POR NÃO MAIS CONFIAR EM MIM NÃO ACRETO MAIS.... E ASSIM TAMBÉM GÉLIDO E OBSCURO FICA MEU CORAÇÃO E ASSIM TAMBÉM MORRE O AMOR......... BY..EDUARDO BACCIOTTI

Por Eduardo Bacciotti

Vida qual significado da vida? Emoções ou razões, grandes tristezas, olharmos ao nosso redor tentando achar a solução, o que apenas achamos é a perdição do ser humano.

Por Kakashi Hatake

A tolerância é a caridade da inteligência.

Por Jules Lemaitre

COM TODA CERTEZA. A GIBÍBLIA FOI FEITA POR HOMENS SÓRDIDOS NUMA ÉPOCA EM QUE AS MULHERES NÃO PASSAVAM DE ESCÓRIA HUMANA, REJEITOS OPRIMIDOS DE UM MACHISMO ENDEUSADO - Almany Sol, 11/11/13

Por Almany Sol

A negra sorriu: - Tá vendo? - Tou. A gente liberta o negro. A negra ia apanhando o tabuleiro. Henrique ajudou-a a botar as latas vazias em cima. Ela perguntou: - Você sabe qual é a coisa mais melhor do mundo? - Qual é, minha tia? - Adivinhe. - Mulher... - Não. - Cachaça... - Não. - Feijoada... - Não sabe o que é? É cavalo. Se não fosse cavalo, branco montava em negro...

Por Jorge Amado

A Velha Amiga Conversávamos sobre saudade. E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. Isso independente de qualquer recordação de felicidade ou de tristeza, de tempo mais feliz, menos feliz. Saudade de nada. Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis, Casimiro. Nem mesmo de quem morreu. De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no passado, e sim presença atual. Saudade será isso? Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não, nem com eles. A vida é uma coisa que tem de passar, uma obrigação de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai pagando todos os meses, todos os dias. Parece loucura lamentar o tempo em que se devia muito mais. Queria ter palavras boas, eficientes, para explicar como é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou expirimindo um sentimento real, a humilde, a nua verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude. Meu Deus, acha-me capaz de atitudes, pensa que eu me rebaixaria a isso? Pois então eu lhe digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma cobra que se sentisse melhor na pele antiga, não se acomodasse nunca à pele nova. Mas nós, como é que vamos ter saudades de um trapo velho que não nos cabe mais? Fala que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada. Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar não é perder, é usar até consumir. E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a média, não tive quinhão por demais pior que o dos outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim mesmo, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros mais tarde; no fim, iguala a todos. Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade - mas a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto que não sabe o que quer, ou quer demais. Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos. É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo - e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes. Em que se pesam os valores do mundo por uma balança emocional, com medidas baralhadas; um quilo às vezes vale menos do que um grama; e por essas medida, pode-se descobrir a diferença metafísica que há entre uma arroba de chumbo e uma arroba de plumas. Não sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do mundo, se consegue manter essa mentira maior de todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo. Enquanto esta idade a que chegamos, você e eu, é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas. Já pouco se exige, já pouco se espera. E mesmo quando se exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas são poucas, poucos também os desenganos. A gente vai se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos. Ai, um um dos piores tormentos dos jovens é justamente o desapego das coisas, essa instabilidade do querer, a sede do que é novo, o tédio do possuído. E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é a amante dos moços e a companheira dos velhos. Para os jovens ela é abismo e paixão. Para nós, foi se tornando pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar devagarinho: o cabelo branco, a preguiça, a ruga no rosto, a vista fraca, os achaques. Velha amiga que vem de viagem e de cada porto nos manda um postal, para indicar que já embarcou. (Crônica publicada no jornal "O Estado de São Paulo" - 13/01/2001)

Por Rachel de Queiroz

Se me encontro em grandes dificuldades e apuros de toda e qualquer finalidade, cabe somente a minha pessoa sair das mesmas.

Por Tamy Henrique Reis Gomes

Algemas de ouro são muito piores que algemas de ferro.

Por Mahatma Gandhi