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Você não pode medir a qualidade de um amor pela quantidade de tempo que dura. Tudo morre, amor inclusive. Às vezes morre com uma pessoa, às vezes morre sozinho.
Por Krystal SutherlandTrago dentro do meu coração, Como num cofre que se não pode fechar de cheio, Todos os lugares onde estive, Todos os portos a que cheguei, Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias, Ou de tombadilhos, sonhando, E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero. (Heterônimo de Fernando Pessoa)
Por Álvaro de CamposDECLARAÇÃO DE UM AMOR INCONDICIONAL Vou te dizer como quero te amar Para te mostrar a minha intenção De te atender se fores me chamar E jamais te abandonar na solidão. O teu silêncio vou saber respeitar, Não vou sequer perguntar a razão, E caso a tristeza venha te dominar, Dar-te-ei o meu carinho e afeição. Compreensão nunca vou te negar, Nem vais te faltar o meu perdão, Esta é a minha forma de te amar, Sempre tão pura e sem condição.
Por Dennys TávoraFechou parceiro, é isso que ta em alta a amizade da gente a irmandade nunca ta em falta .
Por Bonde da StrondaI Pedro, 1PE, 3:5, Pois foi assim também que, no passado, costumavam se enfeitar as santas mulheres que esperavam em Deus, estando cada qual sujeita a seu próprio marido.
Por I Pedro, Novo TestamentoTodos têm direito de se enganar nas suas opiniões. Mas ninguém tem o direito de se enganar nos fatos.
Por Bernard BaruchTarde, noite de natal A tristeza branca A derramar, De novo, os tons (tão bons…), Tristes e brancos, Irmanados, Irmanando, Num pôr de sóis Sagrados e únicos, Os contornos perdidos Que brotam do povo Esperançado…. Crédulo,sob um arco-iris De bondade branca E triste. Tudo é calmaria Nessa tarde de sol Que desce atrás Do mar de dezembro. Ilusão fugáz, De amor, De paz, Comprimida em doze Meses de ânseios E dúvidas; Em eternos veios De dores reprimidas. Aqui, sentado, Parado e alheio, Com esse sol A me chamar pro mar… Não consigo me afastar Dos sons Que me alcançam No fundo da alma, A alma triste Desse natal que chegou, Trazendo um mundo Que busca outros mundos Sem conhercer-se a si próprio. No ventre dilatado De uma criança qualquer Está o espanto Do século dividido. No pranto da mãe Que chora mais um anjo Está o amargo Das injustiças. E o mundo busca Outros mundos, Sem volver um só Olhar de piedade. Que engenhosidade! A lua a seus pés Sob a árvore enfeitada De estrelas; Que são as gotas Rolando das faces Feias e cruas Que sem compreendê-las Não aplaudem, Não riem, Na mesmice de seus dias Iguais. Hoje, é natal, é paz, é bondade, é dádiva, Mas, em sua tristeza Ignorante, Como poderão Participar De nossa alegria, De nossa vitória? Debaixo de todas as águas Salgadas Desse mar, Fica o fim de uma história Enterrada e esquecida, e é natal!
Por Victor MottaA maioria dos homens julga apenas por seus sentidos e se deixa persuadir pelo que vê.
Por Cyrano de Bergerac