Veja outros textos inspiradores!
Acorde e escreva. Não importa o que seja, apenas escreva o que vier à mente. Não se force a fazer isso, só deixe as palavras fluírem. À medida que pensar, registre suas palavras.
Por Jeffrey GitomerTem sempre presente que a pele se enruga, que o cabelo se torna branco, que os dias se convertem em anos, mas o mais importante mão muda: tua força interior.
Por Madre Teresa de CalcutáEu digo que estou bem, mas Não sei o que fazer sem você Eu fui deixada sozinha neste lugar trivial Eu imagino suas memórias, elas são tristes
Por BlackPinkLucas, LC, 20:28, perguntaram a Jesus: - Mestre, Moisés nos deixou escrito que, se um homem casado morrer sem deixar filhos, o irmão desse homem deve casar com a viúva e gerar descendentes para o falecido.
Por Lucas, Novo TestamentoSalmos, SL, 97:8, Sião ouve e se alegra, as filhas de Judá exultam, por causa da tua justiça, ó Senhor.
Por Salmos, Antigo TestamentoO Berço e o Terremoto Os versos, em geral, são versos de embalar, como eu às vezes os tenho feito, não sei se por simples complacência... ou pura piedade. Contudo, os verdadeiros versos não são para embalar - mas para abalar. Mesmo a mais simples canção, quando a canta um Camela Lorca, desperta-te a alma para um mundo de espanto.
Por Mario QuintanaSonhos rendem boas histórias, mas o que importa mesmo acontece quando estamos acordados.
Por Duna (filme 2021)Fazer o quê se sou assim Se em cada coisa que eu toco fica o jasmim Fazer o quê se estou aqui metade em você metade em mim Você está em tudo o que eu gosto O que quer quando me olho? Se em tudo que eu pulso você vibra Se em tudo que é certo está teu projeto com 3 letras teu nome Meu sobrenome incompleto Agora não quero menos que tudo E um pouco mais não acerto
Por Estrela Ruiz LeminskiHá um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
Por Fernando Teixeira de Andrade