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A natureza dá a cada época e estação algumas belezas peculiares; e da manhã até a noite, como do berço ao túmulo, nada mais é que um sucessão de mudanças tão gentis e suaves que quase não conseguimos perceber os seus progressos.
Por Charles DickensNão fosse amor, não haveria planos Como uma onda quebraria cedo Fosse um momento, não faria estragos Eu não estaria no chão, não, não Não fosse amor, não causaria medo Feito um brinquedo cansaria logo Fosse ilusão não traria tanta saudade E eu não choraria no chão, então Deve ser amor, deve ser, então... Não fosse amor, não duraria tanto A chama de um Banho-Maria brando Fosse passado não passaria corrente E não chamaria de amor, eu não..
Por Kid AbelhaQuero continuar olhando o céu e vento no seu azulado universo o sorriso de uma criança Há esperança, há esperança! Elas ainda nascem pra alegrar nossas vidas. Sei que chorei quando nasci talvez não quisesse vim pra esse mundo imundo Não teria visto o sofrimento da rosa de Hiroshima Mas mesmo em um mundo atômico Ainda vejo sorrisos Estupidas guerras, egoístas, fundamentalistas imbecis que fedem em jardins sem rosas infâncias interrompidas despertando no vento o cheiro da morte, apagando sorrisos Quero continuar olhando o céu ainda há esperança, há esperança no sorriso de uma criança. Elas ainda nascem em jardins sem rosas,sem cor e sem perfumes Elas ainda nascem! Há esperança. Em quanto nascer crianças. Há esperança. Antonia Diniz
Por Antonia DinizÉ importante que as meninas conheçam os obstáculos que enfrentarão ao longo de suas vidas, mas também é essencial que saibam que esses obstáculos são superáveis. Elas não apenas encontrarão maneiras de superá-los, mas também podem eliminá-los para as mulheres do futuro.
Por Elena FavilliO arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.
Por Junqueira FreireO amor é a maior força do mundo e, quando é bloqueado, implica dor. Há duas coisas que podemos fazer quando isso acontece. Podemos matar esse amor para que ele pare de doer, mas é claro que parte de nós também morre. Ou podemos pedir a Deus que abra outro caminho para esse amor viajar.
Por Corrie ten Boom"QUERO SORRIR, QUERO SENTIR, QUERO AMAR,QUERO CHORAR, QUERO PULAR,QUERO DANÇAR QUERO CURTIR,QUERO APAIXONAR... QUERO APENAS VIVER!"
Por Kauan Pinheiro