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Dá-me a tua mão: Vou agora te contar como entrei no inexpressivo que sempre foi a minha busca cega e secreta. De como entrei naquilo que existe entre o número um e o número dois, de como vi a linha de mistério e fogo, e que é linha sub-reptícia. Entre duas notas de música existe uma nota, entre dois fatos existe um fato, entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam existe um intervalo de espaço, existe um sentir que é entre o sentir – nos interstícios da matéria primordial está a linha de mistério e fogo que é a respiração do mundo, e a respiração contínua do mundo é aquilo que ouvimos e chamamos de silêncio.
Por Clarice LispectorEu acho que essa palavra "sucesso" está carregada de uma concepção cultural errada sobre o casamento.
Por Cenas de um Casamento (série)Em tudo somos atribulados, mas NÃO ANGUSTIADOS; perplexos, mas NÃO DESAMPARADOS; abatidos, mas NÃO DESTRUÍDOS; trazendo SEMPRE por toda a parte a mortificação do SENHOR JESUS no nosso corpo; para que a VIDA DE JESUS, se manifeste também nos nossos corpos...
Por Bárbara Coré“Serenidade. Encantamento. A alma é um parque sob o luar. Passa de leve a onda do vento, fica a ilusão no seu lugar. Vem feito flor o pensamento, como quem vem para sonhar. Gotas de orvalho.Sentimento. Névoas tenuíssimas no olhar. Tombam as horas, lento e lento, como quem não nos quer deixar. Êxtase. Vésperas. Advento. Ouve! O silêncio vai falar! Mas não falou…Foi-se o momento… E não me canso de esperar”.
Por Henriqueta Lisboa"Todo o niilismo se caracteriza pelo ceticismo em relação ao sentido, ceticismo esse, acompanhado de um relativismo quanto aos valores"
Por Viktor FranklGênesis, GN, 48:9, José respondeu a seu pai: - São meus filhos, que Deus me deu aqui. Israel disse: - Traga-os para perto de mim, para que eu os abençoe.
Por Gênesis, Antigo Testamento...Se eu tivesse que contar hoje minha vida para alguém, poderia fazê-lo de tal maneira que iriam me achar uma mulher independente, corajosa e feliz. Nada disso: estou proibida de mencionar a única palavra que é muito mais importante que os onze minutos** - amor. Durante toda a minha vida, entendi o amor como uma espécie de escravidão consentida. É mentira: a liberdade só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama o máximo. E quem ama o máximo, sente-se livre. Por causa disso, apesar de tudo que posso viver, fazer, descobrir, nada tem sentido. Espero que este tempo passe rápido, para que eu possa voltar à busca de mim mesma - encontrando um homem que me entenda, que não me faça sofrer. Mas que bobagem é essa que estou dizendo? No amor, ninguém pode machucar ninguém; cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso. Já me senti ferida quando perdi os homens pelos quais me apaixonei. Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém. Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem possuí-la...
Por Paulo Coelho