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Isaías, IS, 36:7, Mas, se você me diz: ´Confiamos no Senhor, nosso Deus`, eu pergunto: não é esse aquele cujos lugares altos e altares Ezequias removeu, dizendo a Judá e a Jerusalém que deveriam adorar somente diante do altar em Jerusalém?`
Por Isaías, Antigo TestamentoNão me considero uma escritora, nem mesmo gosto que me chamem assim. Na privacidade de meu lar eu gosto de imaginar que escrevo bem quando na realidade, só sei escrever quando algo ruim acontece, a dor é uma inspiração para grandes textos.
Por Vida Erin ZurichDeuteronômio, DT, 23:4, Porque não foram ao encontro de vocês com pão e água, no caminho, quando vocês estavam saindo do Egito; e porque contrataram Balaão, filho de Beor, de Petor, da Mesopotâmia, para amaldiçoar vocês.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoApocalipse, AP, 4:4, Ao redor do trono havia também vinte e quatro tronos, e neles estavam sentados vinte e quatro anciãos, vestidos de branco e com coroas de ouro na cabeça.
Por Apocalipse, Novo TestamentoMas, enfim, os cabelos iam acabando, por mais que eu os quisesse intermináveis. Não pedi ao céu que eles fossem tão longos como os da Aurora, porque não conhecia ainda esta divindade que os velhos poetas me apresentaram depois; mas, desejei penteá-los por todos os séculos dos séculos, tecer duas tranças que pudessem envolver o infinito por um número inominável de vezes. Se isto vos parecer enfático, desgraçado leitor, é que nunca penteastes uma pequena, nunca pusestes as mãos adolescentes na jovem cabeça de uma ninfa... Uma ninfa!
Por Machado de AssisA imaginação é mais importante que o conhecimento, porque o conhecimento é limitado, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.
Por Albert EinsteinSUSSURRO Se não erro ao decifrar a voz dos vegetais, eis que suspira a muda de pau-ferro no silêncio do ser: - Eu sei que fui plantada com música, discurso e tudo mais, para alguém no futuro, oferecer sem discurso e sem música o prazer da derrubada.
Por Carlos Drummond de AndradeO poeta e o poema Dói meu poema em mim nos seus dois nascimentos: sobre o papel, dentre em meu peito. Ele me investe, á enfrentamento, demônio feito essa criança a quem se atira fora, ao lixo, com tanta raiva e rejeição! Rapta meus versos, só capricho: São meus ou não? Dói meu poema em mim no curso da escritura pois que não quer minha lição. Para ele eu sou escória pura: lesma do chão. Eu me pergunto quando irei compreendê-lo, trazendo o ritmo seu comigo. Tenho rigores ou desvelo de um cão amigo. Trata-me qual vilão: para que serve o poeta se é bom sem ele o verso e a rima? Eu sou a presença indiscreta: Risque-se em cima! Dói-me menos o poema uma vez instalado, definitivo, bem nutrido, e o meu humor fica acalmado ao tê-lo lido. Aceito-o, ele me aceita: uma doce harmonia deverá, creio, vir à cena. Tudo de ambíguo se esvazia: Que paz serena! Temos de juntos ir à conquista da meta, deste vasto universo, ousados pois o poema e o poeta estão vedados.
Por Alain Bosquet