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Isaías, IS, 57:20, Mas os ímpios são como o mar agitado, que não se pode aquietar, cujas águas lançam de si lama e lodo.
Por Isaías, Antigo TestamentoJoão, JO, 1:25, E perguntaram a João: - Então por que você batiza, se não é o Cristo, nem Elias, nem o profeta?
Por João, Novo TestamentoE quando acaricio a cabeça de meu cão – sei que ele não exige que eu faça sentido ou me explique.
Por Clarice LispectorII Samuel, 2SM, 6:6, Quando chegaram à eira de Nacom, Uzá estendeu a mão para segurar a arca de Deus, porque os bois tropeçaram.
Por II Samuel, Antigo TestamentoO fracasso não é absoluto, só porque você não pode salvar todo mundo, não significa que você não salvou ninguém.
Por Brigid KemmererGostar de si mesmo, sem egoísmo. Apreciar as pessoas em volta. Cuidar da saúde mental e física. Gostar dos seus horários. Não ficar melancólico, mas guardar na lembrança as melhores coisas da vida. E não abrir mão de ser feliz. A busca da felicidade já justifica a existência.
Por Dorival CaymmiEnquanto ela se aproximava, seu rosto parcialmente na sombra, tive certeza de que ainda estava apaixonado. Apesar da carta, apesar do seu marido. Apesar do fato de que nunca mais poderíamos ficar juntos.
Por John TyreeO que há de comum entre o pensamento judaico-cristão e o pensamento zen-budista é a consciência de que preciso abdicar da minha 'vontade' (no sentido do meu desejo de forçar, dirigir, estrangular o mundo fora de mim e dentro de mim) a fim de ser completamente aberto, receptivo, desperto, vivo. Na terminologia de Zen chama-se a isto, frequentemente, de 'esvaziar-se' - o que não tem nenhum significado negativo, mas de receptividade para receber. Na terminologia cristã isto se denomina, amiúde, 'anular-se e aceitar a vontade de Deus' (...) [Mas numa interpretação paternalista da fé cristã, também muito explorada pelas tiranias laicas do século XX, que jogam com o nosso 'medo à liberdade' que Fromm estudou num de seus clássicos de psicanálise política] em lugar de tomar suas decisões, o homem as deixa a cargo de um pai onisciente e onipotente, que vela por ele e sabe o que lhe convém. Claro está que, nessa experiência, o homem não se torna aberto e receptivo, senão obediente e submisso. A obediência à vontade de Deus se processa melhor quando inexiste o conceito de Deus. Paradoxalmente, obedeço realmente à vontade de Deus quando dele me esqueço. O conceito do vazio Zen implica o verdadeiro significado da renúncia à própria vontade, sem, todavia, o perigo de regressar ao conceito idólatra de um pai ajudador. Erich Fromm, "Psicanálise e Zen-Budismo"
Por Erich Fromm