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DÁ-ME A VERDADE:dou-te a vida. A vida esquece como a água PASSA, E é coisa morta a coisa que é esquecida. Dá-me a verdade! Como o que nunca foi, a vida esvoaça. Ter o que é certo nas incertas mãos! Saber bem o que nunca pode ser! Tudo isto nos faz ermos e irmãos No nada que nós somos. Dá-me poder sentir, saber querer! Instante inútil entre ser e estar, Momento vácuo entre sonhar ou não, Tudo isto pode ser e não ficar. Dá-me a verdade! Mas deixa-me a mentira ao coração! (Fernando Pessoa)
Por Fernando PessoaMateus, MT, 19:25, Ouvindo isto, os discípulos ficaram muito admirados e perguntaram: - Sendo assim, quem pode ser salvo?
Por Mateus, Novo Testamento“Quanto mais alguém está imerso em Deus tanto mais deve sair de si, isto é, ir para o mundo a fim de levar a este a vida divina”.
Por Edith SteinMiquéias, MQ, 4:7, Dos que coxeiam farei um remanescente e dos que foram lançados para longe, uma nação poderosa; e o Senhor reinará sobre eles no monte Sião, desde agora e para sempre.
Por Miquéias, Antigo TestamentoA verdadeira moral não se preocupa com a moral: quer isto dizer que a moral do juízo não se importa nada com a moral do espírito - que não tem regras.
Por Blaise PascalEntão isso era a traição. Era como ser deixada sozinha no deserto, sem água nem calor.
Por Anna GodbersenA moral consiste em fazer prevalecer os instintos simpáticos sobre os impulsos egoístas.
Por Auguste ComtePORQUE MENTIAS? Por que mentias leviana e bela? Se minha face pálida sentias Queimada pela febre, e se minha vida Tu vias desmaiar, por que mentias? Acordei da ilusão, a sós morrendo Sinto na mocidade as agonias. Por tua causa desespero e morro... Leviana sem dó, por que mentias? Sabe Deus se te amei! sabem as noites Essa dor que alentei, que tu nutrias! Sabe esse pobre coração que treme Que a esperança perdeu por que mentias! Vê minha palidez - a febre lenta Esse fogo das pálpebras sombrias... Pousa a mão no meu peito! Eu morro! Eu morro! Leviana sem dó, por que mentias?
Por Álvares de AzevedoExausto Eu quero uma licença de dormir, perdão pra descansar horas a fio, sem ao menos sonhar a leve palha de um pequeno sonho. Quero o que antes da vida foi o profundo sono das espécies, a graça de um estado. Semente. Muito mais que raízes.
Por Adélia Prado