Veja outros textos inspiradores!
II Reis, 2RS, 6:22, Ele respondeu: - Não os mate! Você mataria aqueles que fizesse prisioneiros com a sua espada e o seu arco? Ordena que lhes deem pão e água, para que comam, bebam e voltem para o seu senhor.
Por II Reis, Antigo TestamentoJó, JÓ, 30:3, Enfraqueceram de tanto passar fome e necessidade; roem a terra seca, desde muito em ruínas e desolada.
Por Jó, Antigo TestamentoPermanentemente mutável Pacificamente amigável É o meu estado e como eu ajo Mesmo que você me agrida Eu sei que erra também quem revida E onde eu vou não existe a razão Fortes são aqueles Que transformam em luz o que é escuridão [...] Coloridamente infindável Estaticamente dançável É a folha verde e a gota linda Embora o seu conceito não mude Espero que você não me julgue Porque eu jamais vou te julgar Felizes são aqueles Que não vêem fronteiras para se expressar
Por ForfunNós nos perdemos no que lemos, apenas para retornar a nós mesmos transformados e parte de um mundo mais expansivo.
Por Judith ButlerOs Três Mal-Amados Olho Teresa, vejo-a sentada aqui a meu lado. A poucos centímetros da mim. A poucos centímetros, muitos quilômetros. Por que essa impressão de que precisaria de quilômetros para medir a distância, o afastamento em que a vejo nesse momento? Olho Teresa como se olhasse o retrato de uma antepassada que tivesse vivido em outro século. Ou como se olhasse um vulto em outro continente, através de um telescópio. Vejo-a como se cobrisse a poeira tenuíssima ou o ar quase azul que envolvem as pessoas afastadas de nós muitos anos e léguas. Posso dizer dessa moça a meu lado que é a mesma Teresa que durante todo o dia de hoje, por efeito do gás do sonho, senti pegada a mim? Esta é a mesma Teresa que na noite passada conheci em toda intimidade? Posso dizer que a vi, falhei-le, posso dizer que a tive em toda intimidade? Que intimidade existe maior que a do sonho? A desse sonho que ainda trago em mim como um objeto que me pesasse no bolso? Ainda me parece sentir o mar do sonho que inundou meu quarto. Ainda sinto a onda chegando à minha cama. Ainda me volta o espanto de despertar entre móveis e paredes que eu não compreendia pudessem estar enxutos. E sem nenhum sinal dessa água que o sol secou mas de cujo contacto ainda me sinto friorento e meio úmido (penso agora que seria mais justo, do mar do sonho, dizer que o sol o afugentou, porque os sonhos são como as aves, não apenas porque crescem e vivem no ar) Teresa aqui está, ao alcance de minha mão, de minha conversa. Por que, entretanto, me sinto sem direitos fora daquele mar? Ignorante dos gestos, das palavras? O sonho volta, me envolve novamente. A onda torna a bater em minha cadeira, ameaça chegar até a mesa. Penso que, no meio de toda essa gente de terra, gente que parece ter criado raízes, como um lavrador ou uma colina, sou o único a escutar esse mar. Talvez Teresa... Talvez Teresa... sim, quem me dirá que esse oceano não nos é comum? Posso esperar que esse oceano nos seja comum? Um sonho é uma criação minha, nascida de meu tempo adormecido, ou existe nele uma participação de fora, de todo o universo, de uma geografia, sua história, sua poesia? O arbusto ou a pedra aparecida em qualquer sonho pode ficar indiferente à vida de que está participando? Pode ignorar o mundo que está ajudando a povoar? É possível que sintam essa participação, esses fantasmas, essa Teresa, por exemplo, agora distraída e distante? Há algum sinal que faça compreender termos sido, juntos, peixes de um mesmo mar? Donde me veio a idéia de que Teresa talvez participe de um universo privado, fechado em minha lembrança, desse mundo que através de minha fraqueza eu me compreendi ser o único onde será possível cumprir os atos mais simples, como por exemplo caminhar, beber um copo de água, escrever meu nome, nada, nem mesmo Teresa.
Por João Cabral de Melo NetoO homem viril não é um homem agressivo; é um homem ativo, envolvido em oferecer relacionamentos de boa qualidade aos outros; mais dedicado a desenvolver a força que outros possam desfrutar, do que em obter, para si próprio, uma sensação de poder e controle.
Por Larry CrabbPara alcançar a vitória devemos concentrar nossa força no centro de poder e movimento do inimigo. Seu centro de gravidade.
Por Carl Von ClausewitzOs últimos tempos, que estamos vivendo, são os tempos da efusão do Espírito Santo. (§2819)
Por Catecismo da Igreja CatólicaRomanos, RM, 2:8, mas ira e indignação para os egoístas, que desobedecem à verdade e obedecem à injustiça.
Por Romanos, Novo Testamento