Mais frases de José de Alencar!

(...) - Não lhe assustam meus caprichos e eletricidades? - Se eu os adoro! respondeu Seixas. - Não lhe parece difícil fazer a felicidade de um coração desabusado como este meu, e tão aflingido pela dúvida? - Tenho fé no meu amor; Com ele vencerei o impossível.(...)

Por José de Alencar

Todo discurso deve ser como o vestido das mulheres; não tão curto, que nos escandalizem, nem tão comprido, que nos entristeçam.

Por José de Alencar

- Eu compreendo-a perfeitamente. É uma moça [...] ainda jovem no corpo, mas velha n'alma. Quando se atira a esses excessos de depravação [...] atordoa-se, embriaga-se e esquece um momento; depois vem a reação, o nojo das torpezas em que rojou, a irritabilidade de desejos que a devoram e que não pode satisfazer; nestas ocasiões tem suas veleidades de arrependimento; a consciência solta ainda num grito fraco; a cortesã revolta-se contra si mesma. Isso passa no dia seguinte. Eis o que é Lúcia; daqui a algum tempo o hábito fará dela o mesmo que tem feito das outras: envelhecerá o corpo, como já envelheceu a alma.

Por José de Alencar

O câncer irá me matar? Talvez. Mas durante um bom tempo ele vai ficar se perguntando quantos mais iguais a este velho chato. Porque eu irei lutar.

Por José de Alencar

O amor sem esperança não tem outro refúgio senão a morte.

Por José de Alencar

A mocidade é uma sublime impaciência. Diante dela, a vida se dilata e parece-lhe que não tem para vivê-la mais do que um instante.

Por José de Alencar

É na idade da ambição que se prova a têmpera dos homens.

Por José de Alencar

Cartas comoventes que comprovam: o verdadeiro amor pode nascer ao acaso e vencer a morte!

Por José de Alencar

Tu dizes que me amas; eu o creio, eu o sabia antes mesmo que me dissesses. As almas como as nossas quando se encontram, se reconhecem e se compreendem. Mas ainda é tempo; não julgas que mais vale conservar uma doce recordação do que entregar-se a um amor sem esperança e sem futuro?

Por José de Alencar

O sândalo é o perfume das mulheres de Estambul, e das huris do profeta; como as borboletas, que se alimentam do mel, a mulher do Oriente vive com as gotas dessa essência divina.

Por José de Alencar