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Gênesis, GN, 4:9, O Senhor disse a Caim: - Onde está Abel, o seu irmão? Ele respondeu: - Não sei; por acaso sou o guardador do meu irmão?
Por Gênesis, Antigo Testamentoum dia desses você vai ficar lembrando de nós dois e não vai acender a luz do quarto quando o sol se for bem abraçada no lençol da cama vai chorar por nós pensando no escuro ter ouvido o som da minha voz vai acariciar seu próprio corpo e na imaginação fazer de conta que a sua agora é a minha mão mas eu não vou saber de nada do que você vai sentir sozinha no seu quarto de dormir no cine-pensamento eu também tento reconstituir as coisas que um dia você disse pra me seduzir enquanto na janela espero a chuva que não quer cair o vento traz o riso seu que sempre me fazia rir e o mundo vai dar voltas sobre voltas ao redor de si até toda memória dessa nossa estória se extinguir e você nunca vai saber de nada do que eu senti sozinho no meu quarto de dormir
Por Arnaldo AntunesII Crônicas, 2CR, 13:4, Abias pôs-se em pé no alto do monte Zemaraim, que está na região montanhosa de Efraim, e gritou: - Jeroboão e todo o Israel, escutem o que vou dizer!
Por II Crônicas, Antigo TestamentoDeuteronômio, DT, 31:30, Então Moisés pronunciou, integralmente, as palavras deste cântico aos ouvidos de toda a congregação de Israel:
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoUm temperamento agradável pode compensar-nos da falta de beleza, mas a beleza não basta para nos indemnizar de um temperamento desagradável.
Por Joseph AddisonI Reis, 1RS, 3:11, E Deus lhe disse: - Já que você pediu isso e não me pediu longevidade, nem riquezas, nem a morte de seus inimigos, mas pediu entendimento, para discernir o que é justo,
Por I Reis, Antigo TestamentoA Grande Manchete Aproxima-se a hora da manchete. O PETRÓLEO ACABOU. Acabaram as alucinações os crimes, os romances as guerras do petróleo. O mundo fica livre do pesadelo institucionalizado. Atiradores ao lixo motores de combustão interna e lataria colorida, o Museu da Sucata exibe o derradeiro carro carrasco. Tem etiqueta de remorso: “Cansei a humanidade”. Ruas voltam a existir para o homem e as alegrias de estar-junto. A poluição perdeu seu aliado fidelíssimo. A pressa acabou. Acabou, pessoal! o congestionamento, o palavrão, a neurose coletiva. A morte violenta entre ferragens com seu véu de óleo e chamas acabou. Milhões de arvores meninas irrompem do asfalto e da consciência em carnaval de sol. Dão sombras grátis ao papo dos amigos, à doçura do ócio no intervalo do batente, do amor antes aprisionado sob o capô ou esmigalhado pelas rodas, â vida de mil formas naturais. Pessoas, animais, confraternizam: Milagre! Dura 5 (?) minutos a festa da natureza com a cidade. Irrompem formas eletrônicas implacáveis, engenhos teleguiados catapúlticos de máximo poder ofensivo e reconquistam o espaço em que a vida bailava. Recomeça o problema de viver na cidade-problema? De que valeu cantar o fim da gasolina de alta octanagem? Enquanto não vem a formidável manchete vamos curtindo outras manchetinhas a varejo. Vamos curtindo a visão do caos e do extermínio na rua, na foto, no sono atormentado: Mas 400 carros por dia nas pistas que encolhem, encolhem, são apenas enfumaçadas fita de rangidos. Mais loucura, mais palavrão e mais desastre. E lemos Ralph Nader: a cada 10 minutos morre uma pessoa em acidente de carro; a cada 15 segundos sai alguém ferido na pátria industrial dos automóveis. Vamos imitá-la? Vamos vencê-la em desafio de quem mata mais e morre mais? Ou vamos ficar apenas engarrafados sem garrafa no ar poluído e constelado de placa, de sinais que assinalam o grande entupimento? Perguntas estas são mensagem também ela espremida na garrafa que bóia no alto-mar de ondas surdas e cegas à espera do futuro que as responda.
Por Carlos Drummond de AndradeGênesis, GN, 5:16, Depois que gerou Jarede, Maalalel viveu oitocentos e trinta anos; e teve filhos e filhas.
Por Gênesis, Antigo Testamento