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Nádegas é importantíssimo. Grave, porém, é o problema das saboneteiras. Uma mulher sem saboneteiras é como um rio sem pontes.

Por Vinicius de Moraes

Impossível chegar à verdade através de opiniões, pois toda opinião não passa de um ponto de vista louco, sobre a realidade.

Por Emil Cioran

Se essa vida fosse um filme Eu só queria ver você Naquelas cenas calientes Que meu irmão não me deixa ver E eu seria a tua donzela Baby, vem me salvar Porque eu até faria sozinha Mas perderia a graça Não olha assim pra mim que eu não sei segurar Te conheço e já conheço essa maldade nesse olhar Não olha assim pra mim que eu não sei segurar Jogo a mão pro céu que eu sei que hoje eu vou gritar E peço: ó meu Deus Tende piedade de nós Ó meu Deus Tende piedade de nós!

Por Giulia Be

E amanhã não seremos o que fomos / nem o que somos.

Por Ovídio

A humanidade é a melhor fraqueza de um vampiro. Não importa quão fácil é desligar isso, ela continua tentando encontrar seu caminho de volta. Às vezes eu deixo.

Por Katherine Pierce

Ezequiel, EZ, 26:12, Roubarão as suas riquezas e saquearão as suas mercadorias. Derrubarão as suas muralhas e arrasarão as suas casas luxuosas. As suas pedras, a sua madeira e o seu pó eles lançarão no meio das águas.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Levítico, LV, 13:16, Se a carne viva mudar e ficar de novo branca, então a pessoa virá ao sacerdote,

Por Levítico, Antigo Testamento

O amor não começa e termina do modo que pensamos. O amor é uma batalha, o amor é uma guerra; o amor é crescimento contínuo.

Por James Baldwin

A Oração de Maria Deus. Ó Deus infante. O mais precioso filho do céu. Concebido pela união da graça divina com a nossa desgraça. Durma bem. Durma bem. Banhado pela fresca da noite cravejada de diamantes. Durma bem, pois o fogo da ira ferve bem perto. Goze do silêncio do berço, pois o ruído do tumulto se faz sentir em seu futuro. Saboreie a doce segurança de meus braços, pois chegará breve o dia em que não poderei protegê-lo. Descansem bem, mãos pequeninas. Pois apesar de pertencerem a um rei, vocês não tocarão o cetim, não possuirão ouro. Não pegarão numa pena, não guiarão um pincel. Não, suas mãos pequeninas foram reservadas para obras mais preciosas: tocar a chaga viva de um leproso enxugar a lágrima triste de uma viúva, agarrar-se ao chão do Getsêmani. Suas mãos, tão minúsculas, tão ternas, tão brancas — fechadas hoje em forma de punho infantil. Elas não foram destinadas a empunhar um cetro nem abanar do balcão de um palácio, mas reservadas para o cravo romano que irá pregá-las numa cruz romana. Durmam bem, olhos pequeninos. Durmam enquanto podem. Pois logo virá a claridade e você vai ver a confusão que fizemos do seu mundo. Verá nossa nudez, pois não podemos ocultar-nos. Verá nosso egoísmo, pois não podemos dar. Verá nossa dor, pois não podemos curar. Ó olhos que verão o abismo escuro e seu terrível príncipe... durmam, por favor, durmam; durmam enquanto podem. Fique quieta, boquinha pequenina. Fique quieta boca pela qual falará a eternidade. Língua minúscula que em breve chamará os mortos, que irá definir a graça, que silenciará nossa insensatez. Lábios de botão — sobre os quais paira um beijo de estrelas concedendo perdão para os que crerem em você, e de morte para os que o negarem — fiquem quietos. Pezinhos pequeninos que cabem na palma de minha mão, descansem. Pois passos difíceis estão à sua frente. Sentem o cheiro do pó das estradas que terão de palmilhar? Sentem a água fria e salgada sobre as quais andarão? Recuam ao sentir o prego que terão de suportar? Temem a descida íngreme pela escada em espiral até o domínio de Satanás? Descansem, pezinhos pequeninos. Descansem hoje para que amanhã possam andar com poder. Descansem. Pois milhares irão seguir os seus passos. Pequeno coração... coração santo... bombeando o sangue da vida através do universo: quantas vezes iremos quebrantá-lo? Você será dilacerado pelos espinhos de nossas acusações. Você será devastado pelo câncer do nosso pecado. Você será esmagado pelo peso de sua própria tristeza. E será traspassado pela lança da nossa rejeição. Todavia nesse ato de traspassar, nesse último rompimento de músculo e membrana, nessa precipitação final de sangue e água, Ele irá encontrar descanso. Suas mãos serão libertadas, Seus olhos verão a justiça, Seus lábios sorrirão, e Seus pés o levarão para casa. E ali descansará de novo — desta vez nos braços do Pai.

Por Max Lucado

Salmos, SL, 66:11, Tu nos deixaste cair na armadilha; puseste uma pesada carga nas nossas costas;

Por Salmos, Antigo Testamento