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⁠Sorria para a vida. Transforme o seu sorriso em uma chave poderosa para a felicidade.

Por Laís Carvalho - Diário Meu Oficial

Eu quero ser o seu lençol macio Eu quero te aquecer no tempo frio Com você também quero alegria Gosto muito de você! Eu quero ser um pássaro bonito Eu quero voar no seu infinito céu Se você for e não voltar eu vou chorar Gosto muito de você!

Por Filhos de Jorge

Na boca um sabor de veneno, No peito aquele nó!!! Fagner

Por Fagner

Salmos, SL, 118:16, A mão do Senhor se eleva, a mão do Senhor faz proezas.

Por Salmos, Antigo Testamento

II Reis, 2RS, 12:14, Porque davam o dinheiro aos que dirigiam a obra e reparavam com ele a Casa do Senhor.

Por II Reis, Antigo Testamento

A felicidade nunca foi assim antes. Agora ela vinha como golpes de sol, o sol e a chuva juntos. A felicidade era mais feliz do que antes - afiada, penetrante e arrebatada, como a respiração de alguém que nadava na arrebentação das ondas.

Por Elizabeth Knox

Pouco importa que o estímulo venha de dentro ou de fora, pouco importa que o ambiente seja favorável ou desfavorável. Em qualquer uma dessas condições, os comportamentos de um organismo estarão voltados para a sua manutenção, seu crescimento e sua reprodução.

Por Carl Rogers

Deuteronômio, DT, 16:10, Celebrem a Festa das Semanas ao Senhor, seu Deus, com ofertas voluntárias trazidas por vocês, segundo o Senhor, seu Deus, os tiver abençoado.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Em verdade temos medo. Nascemos escuro. As existências são poucas: Carteiro, ditador, soldado. Nosso destino, incompleto. E fomos educados para o medo. Cheiramos flores de medo. Vestimos panos de medo. De medo, vermelhos rios vadeamos. Somos apenas uns homens e a natureza traiu-nos. Há as árvores, as fábricas, Doenças galopantes, fomes. Refugiamo-nos no amor, este célebre sentimento, e o amor faltou: chovia, ventava, fazia frio em São Paulo. Fazia frio em São Paulo… Nevava. O medo, com sua capa, nos dissimula e nos berça. Fiquei com medo de ti, meu companheiro moreno, De nós, de vós: e de tudo. Estou com medo da honra. Assim nos criam burgueses, Nosso caminho: traçado. Por que morrer em conjunto? E se todos nós vivêssemos? Vem, harmonia do medo, vem, ó terror das estradas, susto na noite, receio de águas poluídas. Muletas do homem só. Ajudai-nos, lentos poderes do láudano. Até a canção medrosa se parte, se transe e cala-se. Faremos casas de medo, duros tijolos de medo, medrosos caules, repuxos, ruas só de medo e calma. E com asas de prudência, com resplendores covardes, atingiremos o cimo de nossa cauta subida. O medo, com sua física, tanto produz: carcereiros, edifícios, escritores, este poema; outras vidas. Tenhamos o maior pavor, Os mais velhos compreendem. O medo cristalizou-os. Estátuas sábias, adeus. Adeus: vamos para a frente, recuando de olhos acesos. Nossos filhos tão felizes… Fiéis herdeiros do medo, eles povoam a cidade. Depois da cidade, o mundo. Depois do mundo, as estrelas, dançando o baile do medo.

Por Carlos Drummond de Andrade

Afinal, a escola da vida é aquela que nos coloca à prova no dia a dia, e precisamos estar sempre dispostos a aprender e a melhorar nossas notas.

Por Allan Percy