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A fidelidade aos amigos era antes resultado do costume que da consistência dos afetos.

Por Machado de Assis

Juro, não faço por mal Logo você que diz me conhecer tão bem Devia saber que isso é tão normal Ando sem tempo pra você Mas amanhã eu passo pra te ver Sei que tá difícil acreditar em mim Até os meus amigos dizem que eu sumi Assumo, essa é a vida que eu escolhi A gente não tá perto, mas tô longe de esquecer Então vê se me atende

Por Lagum

Mateus, MT, 24:43, <J>Porém, considerem isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

“Para os pobres, é dura lex, sed lex. A lei é dura, mas é a lei. Para os ricos, é dura lex, sed latex. A lei é dura, mas estica”

Por Fernando Sabino

Gênesis, GN, 41:47, Nos sete anos de fartura a terra produziu com abundância.

Por Gênesis, Antigo Testamento

O impossível não é um fato: é uma opinião

Por Mario Sergio Cortella

⁠Que eu cante o novo cântico dos Teus, não por voz bonita, mas por ser Teu, por ter sido comprado e transformado. Aceita meu louvor, eco da Tua redenção, pois minha vida é canção da Tua salvação.

Por Miriamleal

I Crônicas, 1CR, 13:10, Então a ira do Senhor se acendeu contra Uzá e o feriu, por ter estendido a mão para segurar a arca; e ele morreu ali diante de Deus.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

⁠Praticamente todas as tentativas do governo de redistribuir riqueza e renda tendem a sufocar incentivos produtivos e levar ao empobrecimento geral.

Por Henry Hazlitt

Poema do silêncio Sim, foi por mim que gritei. Declamei, Atirei frases em volta. Cego de angústia e de revolta. Foi em meu nome que fiz, A carvão, a sangue, a giz, Sátiras e epigramas nas paredes Que não vi serem necessárias e vós vedes. Foi quando compreendi Que nada me dariam do infinito que pedi, -Que ergui mais alto o meu grito E pedi mais infinito! Eu, o meu eu rico de baixas e grandezas, Eis a razão das épi trági-cómicas empresas Que, sem rumo, Levantei com sarcasmo, sonho, fumo... O que buscava Era, como qualquer, ter o que desejava. Febres de Mais. ânsias de Altura e Abismo, Tinham raízes banalíssimas de egoísmo. Que só por me ser vedado Sair deste meu ser formal e condenado, Erigi contra os céus o meu imenso Engano De tentar o ultra-humano, eu que sou tão humano! Senhor meu Deus em que não creio! Nu a teus pés, abro o meu seio Procurei fugir de mim, Mas sei que sou meu exclusivo fim. Sofro, assim, pelo que sou, Sofro por este chão que aos pés se me pegou, Sofro por não poder fugir. Sofro por ter prazer em me acusar e me exibir! Senhor meu Deus em que não creio, porque és minha criação! (Deus, para mim, sou eu chegado à perfeição...) Senhor dá-me o poder de estar calado, Quieto, maniatado, iluminado. Se os gestos e as palavras que sonhei, Nunca os usei nem usarei, Se nada do que levo a efeito vale, Que eu me não mova! que eu não fale! Ah! também sei que, trabalhando só por mim, Era por um de nós. E assim, Neste meu vão assalto a nem sei que felicidade, Lutava um homem pela humanidade. Mas o meu sonho megalómano é maior Do que a própria imensa dor De compreender como é egoísta A minha máxima conquista... Senhor! que nunca mais meus versos ávidos e impuros Me rasguem! e meus lábios cerrarão como dois muros, E o meu silêncio, como incenso, atingir-te-á, E sobre mim de novo descerá... Sim, descerá da tua mão compadecida, Meu Deus em que não creio! e porá fim à minha vida. E uma terra sem flor e uma pedra sem nome Saciarão a minha fome.

Por José Régio