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Marcos, MC, 6:1, Tendo saído dali, Jesus foi para a sua terra, e os seus discípulos o acompanharam.
Por Marcos, Novo TestamentoÊxodo, EX, 10:4, Se você não deixar o meu povo ir, eis que amanhã trarei gafanhotos ao seu território.
Por Êxodo, Antigo TestamentoSomos estranhos agora. Mas sei que você precisa comer e precisa começar a falar. Porque você só tem a mim.
Por Ferida (filme)Mateus, MT, 7:29, porque ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas.
Por Mateus, Novo TestamentoO poder nunca é propriedade de um indivíduo; pertence a um grupo e existe somente enquanto o grupo se conserva unido.
Por Hannah ArendtÉ o jeito do mundo, cara. Existem as abelhas operárias e as gestoras. As abelhas operárias cuidam do trabalho, as abelhas gestoras cuidam de si mesmas.
Por John SandfordEU, ETIQUETA Em minha calça está grudado um nome que não é meu de batismo ou de cartório, um nome... estranho. Meu blusão traz lembrete de bebida que jamais pus na boca, nesta vida. Em minha camiseta, a marca de cigarro que não fumo, até hoje não fumei. Minhas meias falam de produto que nunca experimentei mas são comunicados a meus pés. Meu tênis é proclama colorido de alguma coisa não provada por este provador de longa idade. Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro, minha gravata e cinto e escova e pente, meu copo, minha xícara, minha toalha de banho e sabonete, meu isso, meu aquilo, desde a cabeça ao bico dos sapatos, são mensagens, letras falantes, gritos visuais, ordens de uso, abuso, reincidência, costume, hábito, premência, indispensabilidade, e fazem de mim homem-anúncio itinerante, escravo da matéria anunciada. Estou, estou na moda. É duro andar na moda, ainda que a moda seja negar minha identidade, trocá-la por mil, açambarcando todas as marcas registradas, todos os logotipos do mercado. Com que inocência demito-me de ser eu que antes era e me sabia tão diverso de outros, tão mim mesmo, ser pensante, sentinte e solidário com outros seres diversos e conscientes de sua humana, invencível condição. Agora sou anúncio, ora vulgar ora bizarro, em língua nacional ou em qualquer língua (qualquer, principalmente). E nisto me comparo, tiro glória de minha anulação. Não sou - vê lá - anúncio contratado. Eu é que mimosamente pago para anunciar, para vender em bares festas praias pérgulas piscinas, e bem à vista exibo esta etiqueta global no corpo que desiste de ser veste e sandália de uma essência tão viva, independente, que moda ou suborno algum a compromete. Onde terei jogado fora meu gosto e capacidade de escolher, minhas idiossincrasias tão pessoais, tão minhas que no rosto se espelhavam e cada gesto, cada olhar cada vinco da roupa sou gravado de forma universal, saio da estamparia, não de casa, da vitrine me tiram, recolocam, objeto pulsante mas objeto que se oferece como signo de outros objetos estáticos, tarifados. Por me ostentar assim, tão orgulhoso de ser não eu, mas artigo industrial, peço que meu nome retifiquem. Já não me convém o título de homem. Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente.
Por Carlos Drummond de AndradeIsaías, IS, 6:4, Os umbrais das portas se moveram com a voz do que clamava, e o templo se encheu de fumaça.
Por Isaías, Antigo TestamentoDiga a eles. Diga a todos eles. Quem quer que venha, quem quer que seja, eu vou matar. Vou matar todos.
Por John Wick: Um Novo Dia Para Matar