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Gênesis, GN, 20:8, Abimeleque levantou-se de madrugada, chamou todos os seus servos e lhes contou todas essas coisas. E os homens ficaram com muito medo.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Jeremias, JR, 52:26, Nebuzaradã, o chefe da guarda, levou-os ao rei da Babilônia, em Ribla.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Na política de massas, dizer a verdade é uma necessidade política.

Por Antônio Gramsci

Provérbios, PV, 10:14, Os sábios acumulam conhecimento, mas a fala dos insensatos é ruína iminente.

Por Provérbios, Antigo Testamento

II Reis, 2RS, 25:6, Então Zedequias foi preso e levado ao rei da Babilônia, em Ribla, o qual lhe pronunciou a sentença.

Por II Reis, Antigo Testamento

Aprisiona-me pois jamais serei livre, jamais casto a menos que me arrebates.

Por John Donne

Atos, AT, 18:28, porque, com grande poder, convencia publicamente os judeus, provando, por meio das Escrituras, que Jesus é o Cristo.

Por Atos, Novo Testamento

⁠O importante são as informações, não o que pensamos delas.

Por Elena Favilli

Coisas quebradas tem uma certa beleza triste. Depois de anos de histórias e triunfos e tragédias infundidas nelas, elas podem ser muito mais românticas do que coisas novas que não tiveram aventuras.

Por Anne with an E

Logo que um novato entrava para os Capitães da Areia formava logo uma idéia ruim de Sem-Pernas. Porque ele logo botava um apelido, ria de um gesto, de uma frase do novato. Ridicularizava tudo era dos que mais brigavam. Tinha mesmo uma fama de malvado. Muitos do grupo não gostavam dele, mas aqueles que passavam por cima de tudo e se faziam seus amigos diziam que ele era um "sujeito bom". No mais fundo de seu coração ele tinha pena da desgraça de todos. E rindo, e ridicularizando, era que fugia da sua desgraça. Era como um remédio. No rosto do que rezava ia uma exaltação, qualquer coisa que ao primeiro momento o Sem-Pernas pensou que fosse alegria ou felicidade. Mas fitou o rosto do outro e achou que era uma expressão que não sabia definir. E pensou, contraindo seu rosto pequeno, que talvez por isso ele nunca tenha pensado em rezar, em se voltar para o céu. O que ele queria era fugir da sua angústia, que estrangulava. Mas o Sem-Pernas não compreendia que aquilo pudesse bastar. Ele queria uma coisa imediata, uma coisa que pusesse seu rosto sorridente e alegre, que o livrasse da necessidade de rir de todos e rir de tudo. Que o livrasse também daquela angústia, daquela vontade de chorar que o tomava nas noites de inverno. No bando, não tardou a se destacar porque sabia como ninguém como afetar a dor.

Por Jorge Amado