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Os seres humanos têm um desejo inato de serem autônomos, independentes e conectados uns aos outros. Quando esse desejo é liberado, conseguem realizar muita coisa e viver de maneira mais feliz.
Para os artistas, cientistas, inventores, estudantes e o resto de nós, a motivação intrínseca é a unidade para realizar as coisas, porque é interessante, desafiador e essencial para os altos níveis da criatividade.
O hemisfério do cérebro que mais importa não é o racional e analítico, estimulado na escola de negócio, mas sim o lado emocional e sintético, que grita “ação”.
Não sou um grande fã do conceito de “paixão” quando se trata de carreira. Em vez de tentar responder à assustadora pergunta “Qual é a sua paixão?”, é melhor simplesmente observar o que você faz no seu tempo livre quando ninguém está olhando.
Em termos econômicos, sempre pensamos no trabalho como uma desutilidade, como algo que se faz para conseguir outra coisa. Agora ele é cada vez mais uma utilidade, algo valioso e digno por si só.
No fim das contas, o otimismo não é um sentimento oco. É um catalisador que instiga à persistência, nos estabiliza durante nossos desafios e alimenta a confiança de que podemos influenciar nossos arredores.