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Jeremias, JR, 26:7, Os sacerdotes, os profetas e todo o povo ouviram Jeremias, quando proferia essas palavras na Casa do Senhor.
Por Jeremias, Antigo TestamentoSó estou... triste. É óbvio que ela teve uma vida boa e longa, mas ainda assim... Por que precisa ser tão triste quando termina? Tão estranho como em um minuto está tudo bem... ou nem tão bem assim, mas pelo menos você está aqui. E então, no outro... já se foi. Acho que eu simplesmente não entendo. Por que alguém deveria se dar ao trabalho de se apegar a alguma coisa se, a) não vai durar para sempre e b) dói demais quando acaba? Se tudo é finito, se tudo tem começo, meio e fim definidos, então por que começar? Qual é a razão se tudo leva ao fim? Eu não estou falando da morte, embora seja onde tudo termina, não importa o quanto a gente lute. Mas estou falando da morte de uma forma mais metafórica. No sentido de que nada dura para sempre, sabe? Porque é verdade, nada é feito para durar. Nada. Nenhuma coisa.
Por Alyson NoëlJosué, JS, 6:22, Então Josué disse aos dois homens que espiaram a terra: - Entrem na casa da prostituta e tirem-na de lá com tudo o que ela tiver, como vocês juraram a ela.
Por Josué, Antigo TestamentoJeremias, JR, 27:2, Assim me disse o Senhor: - Faça cangas com tiras de couro e canzis e coloque-as no seu pescoço.
Por Jeremias, Antigo TestamentoSalmos, SL, 119:14, Mais me alegro com o caminho dos teus testemunhos do que com todas as riquezas.
Por Salmos, Antigo TestamentoEu roubei doze bancos em sete estados. Tenho pouco mais de nove milhões de dólares em dinheiro. E ninguém sabe quem eu sou.
Por Honest ThiefCertamente, você atribuiu demasiada importância às palavras. Deve-se desconfiar das palavras. Ações são mais valiosas
Por Joseph StalinFalareis de nós como de um sonho. Crepúsculo dourado. Frases calmas. Gestos vagarosos. Música suave. Pensamento arguto. Subtis sorrisos. Paisagens deslizando na distância. Éramos livres. Falávamos, sabíamos, e amávamos serena e docemente. Uma angústia delida, melancólica, sobre ela sonhareis. E as tempestades, as desordens, gritos, violência, escárnio, confusão odienta, primaveras morrendo ignoradas nas encostas vizinhas, as prisões, as mortes, o amor vendido, as lágrimas e as lutas, o desespero da vida que nos roubam - apenas uma angústia melancólica, sobre a qual sonhareis a idade de oiro. E, em segredo, saudosos, enlevados, falareis de nós - de nós! - como de um sonho.
Por Jorge de Sena