Nota: Trecho do "Livro do Desassossego", de Fernando Pessoa (heterônimo Bernardo Soares).
“Os homens são fáceis de afastar: basta não nos aproximarmos.”
“Os homens são fáceis de afastar: basta não nos aproximarmos.”
“Vai inconsciente. Vive inconsciente. Dorme, porque todos dormimos. Toda a vida é um sonho. Ninguém sabe o que faz, ninguém sabe o que quer, ninguém sabe o que sabe. Dormimos a vida, eternas crianças do Destino”
Ler frase completa →“Dentro da capoeira de onde irá a matar, o galo canta hinos à liberdade porque lhe deram dois poleiros.”
Ler frase completa →Nota: Trecho do "Livro do Desassossego", de Fernando Pessoa (heterônimo Bernardo Soares).
“Os homens são fáceis de afastar: basta não nos aproximarmos.”
Nota: Trecho do "Livro do Desassossego", de Fernando Pessoa (heterônimo Bernardo Soares).
“Quando outra virtude não haja em mim, há pelo menos a da perpétua novidade da sensação liberta.”
Nota: Trecho do "Livro do Desassossego", de Fernando Pessoa (heterônimo Bernardo Soares).
Nota: Trecho do "Livro do Desassossego", de Fernando Pessoa (heterônimo Bernardo Soares).
“Mesmo eu, o que sonha tanto, tenho intervalos em que o sonho me foge.”
Nota: Trecho do "Livro do Desassossego", de Fernando Pessoa (heterônimo Bernardo Soares).
“Nada há mais indicador da pobreza da mente do que não saber fazer espírito senão com pessoas.”
Nota: Trechos do "Livro do Desassossego", de Fernando Pessoa (heterônimo Bernardo Soares).
“Cada um de nós é um grão de pó que o vento da vida levanta, e depois deixa cair.”
“Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho.”
“Senti-me inquieto já. De repente, o silêncio deixara de respirar.”