Veja outros textos inspiradores!

A esperança funda-se no invisível.

Por Gabriel Marcel

"Dizem por aí que se conselho fosse bom ninguém daria, venderia, mas então por que existem tantos best-sellers de auto-ajuda?"

Por Georgeana Alves

Mateus, MT, 28:10, Então Jesus lhes disse: <J> - Não tenham medo! Vão dizer aos meus irmãos que se dirijam à Galileia e lá eles me verão.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

A disciplina é a organização da liberdade.

Por Mario Sergio Cortella

O mês de dezembro chegou, o mês de todos os prazos, frio, triste, sombrio, o mês que encerra o ano mas sem encerrar as dores, esses mês que é quase excessivo em todas as existências.

Por Júlio Verne

Êxodo, EX, 34:27, O Senhor disse ainda a Moisés: - Escreva estas palavras, porque, segundo o teor destas palavras, fiz aliança com você e com Israel.

Por Êxodo, Antigo Testamento

Cada pequeno olá, cada pequeno sorriso, Cada pequena ajuda é capaz de Salvar um coração machucado. Você é especial. Há um milagre chamado amizade. Você não sabe como ela aconteceu, Ou quando começou, mas você Sabe a alegria que ela traz e percebe Que a amizade é um dos dons mais preciosos Que deus nos concedeu. Amigos são jóias preciosas, realmente. Eles nos fazem sorrir e nos encorajam para o sucesso. Eles estão sempre ali para nos ouvir, para Nos elogiar, e estão sempre de Corações abertos para nos receber. Sua amizade é muito preciosa para mim...

Por Fênix Faustine

A Velha Amiga Conversávamos sobre saudade. E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. Isso independente de qualquer recordação de felicidade ou de tristeza, de tempo mais feliz, menos feliz. Saudade de nada. Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis, Casimiro. Nem mesmo de quem morreu. De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no passado, e sim presença atual. Saudade será isso? Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não, nem com eles. A vida é uma coisa que tem de passar, uma obrigação de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai pagando todos os meses, todos os dias. Parece loucura lamentar o tempo em que se devia muito mais. Queria ter palavras boas, eficientes, para explicar como é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou expirimindo um sentimento real, a humilde, a nua verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude. Meu Deus, acha-me capaz de atitudes, pensa que eu me rebaixaria a isso? Pois então eu lhe digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma cobra que se sentisse melhor na pele antiga, não se acomodasse nunca à pele nova. Mas nós, como é que vamos ter saudades de um trapo velho que não nos cabe mais? Fala que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada. Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar não é perder, é usar até consumir. E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a média, não tive quinhão por demais pior que o dos outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim mesmo, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros mais tarde; no fim, iguala a todos. Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade - mas a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto que não sabe o que quer, ou quer demais. Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos. É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo - e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes. Em que se pesam os valores do mundo por uma balança emocional, com medidas baralhadas; um quilo às vezes vale menos do que um grama; e por essas medida, pode-se descobrir a diferença metafísica que há entre uma arroba de chumbo e uma arroba de plumas. Não sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do mundo, se consegue manter essa mentira maior de todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo. Enquanto esta idade a que chegamos, você e eu, é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas. Já pouco se exige, já pouco se espera. E mesmo quando se exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas são poucas, poucos também os desenganos. A gente vai se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos. Ai, um um dos piores tormentos dos jovens é justamente o desapego das coisas, essa instabilidade do querer, a sede do que é novo, o tédio do possuído. E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é a amante dos moços e a companheira dos velhos. Para os jovens ela é abismo e paixão. Para nós, foi se tornando pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar devagarinho: o cabelo branco, a preguiça, a ruga no rosto, a vista fraca, os achaques. Velha amiga que vem de viagem e de cada porto nos manda um postal, para indicar que já embarcou. (Crônica publicada no jornal "O Estado de São Paulo" - 13/01/2001)

Por Rachel de Queiroz

⁠Minha Fé Inabalável: De Petrolina ao Lar e Além "Lembro-me de um tempo antes dessas recentes dificuldades. Foi por causa dessas experiências passadas que hoje não busco tratamento em médicos ou em coisas do mundo. Minha confiança está firmada no Médico dos médicos, pois Ele sempre me ajudou em diversas fases da minha vida. Muitas foram as vezes em que chorei, mas uma memória se destaca, algo que aconteceu antes de tantas outras provações recentes. Quando deixei Petrolina e retornei à minha cidade natal, voltei a morar com meu pai. Naquela época, eu não era casado e chorava por não ter uma família, por não ter filhos. Lembro-me de ter clamado a Deus por isso. Eu estava disposto a perder tudo que tinha, todo o dinheiro que havia guardado – algo que hoje já não possuo na mesma medida. E Deus me atendeu: Ele me deu uma família! Me deu minha mulher e meus filhos. Passamos por dificuldades, aflições e problemas juntos, sim. E sei que hoje enfrento um novo problema em minha vida. Mas tenho uma fé inabalável no Senhor de que este momento de aflição também passará. Assim como Ele agiu antes, Ele agirá novamente. Minha vida e minha saúde estão nas mãos Dele, e é Nele que deposito toda a minha esperança."

Por Lucielton de Araujo Rodrigues

peixes voadores ao golpe do ouro solar estala em farpas o vidro do mar

Por José Juan Tablada