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Há uma enorme inversão de valores na sociedade desse país. Uma máquina de fazer riquezas,usura,promessas e corrupção. O povo já está cansado mas não leva a sério o poder da alienação. Povo inerte não muda,engole veneno,aceita calado ser corrompido em troca de uns trocados no fim do mês.Somos frutos das nossas experiências.Saber quem é quem é complicado e inviável.Toda a sua essência é um sistema corrompido,pro bem ou mal ele funciona e o podre só se torna cada vez mais podre.
Por LetíciaRSilvaAs pessoas me culpam por estar apaixonada Mas se eu te esquecer não vai me restar mais nada Para uns absurdo, mas você se tornou meu mundo
Por Ananda JacquesQue pretendes, mulher? Independência, igualdade de condições... Empregos fora do lar? És superior àqueles que procuras imitar. Tens o dom divino de ser mãe. Em ti está presente a humanidade!
Por Cora CoralinaLucas, LC, 24:16, Porém os olhos deles estavam como que impedidos de o reconhecer.
Por Lucas, Novo TestamentoLISBON REVISITED (1926) Nada me prende a nada. Quero cinqüenta coisas ao mesmo tempo. Anseio com uma angústia de fome de carne O que não sei que seja - Definidamente pelo indefinido... Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto De quem dorme irrequieto, metade a sonhar. Fecharam-me todas as portas abstratas e necessárias. Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua. Não há na travessa achada o número da porta que me deram. Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido. Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota. Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados. Até a vida só desejada me farta - até essa vida... Compreendo a intervalos desconexos; Escrevo por lapsos de cansaço; E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia. Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme; Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago; ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso. Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma... E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei, Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa (E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas), Nas estradas e atalhos das florestas longínquas Onde supus o meu ser, Fogem desmantelados, últimos restos Da ilusão final, Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido, As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus. Outra vez te revejo, Cidade da minha infância pavorosamente perdida... Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui... Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei, E aqui tornei a voltar, e a voltar. E aqui de novo tornei a voltar? Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram, Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória, Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim? Outra vez te revejo, Com o coração mais longínquo, a alma menos minha. Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -, Transeunte inútil de ti e de mim, Estrangeiro aqui como em toda a parte, Casual na vida como na alma, Fantasma a errar em salas de recordações, Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem No castelo maldito de ter que viver... Outra vez te revejo, Sombra que passa através das sombras, e brilha Um momento a uma luz fúnebre desconhecida, E entra na noite como um rastro de barco se perde Na água que deixa de se ouvir... Outra vez te revejo, Mas, ai, a mim não me revejo! Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico, E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim - Um bocado de ti e de mim! (Heterônimo de Fernando Pessoa)
Por Álvaro de CamposIsaías, IS, 13:6, Lamentem, pois o Dia do Senhor está perto; ele vem como destruição da parte do Todo-Poderoso.
Por Isaías, Antigo TestamentoEzequiel, EZ, 36:6, - Portanto, profetize a respeito da terra de Israel e diga aos montes e às colinas, aos desfiladeiros e aos vales: Assim diz o Senhor Deus: ´Eis que falo no meu zelo e no meu furor, porque vocês tiveram de suportar a zombaria das nações.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoJeremias, JR, 46:3, ´Preparem os escudos e as couraças e entrem na batalha!
Por Jeremias, Antigo TestamentoEu gosto do seu corpo Eu gosto do que ele faz Eu gosto de como ele faz Eu gosto de sentir as formas do seu corpo Dos seus ossos E de sentir o tremor firme e doce De quando lhe beijo E volto a beijar E volto a beijar E volto a beijar
Por E. E. CummingsII Samuel, 2SM, 11:2, Uma tarde, Davi se levantou do seu leito e andava passeando no terraço do palácio real. Dali viu uma mulher que estava tomando banho; ela era muito bonita.
Por II Samuel, Antigo Testamento