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Eu estava me recuperando e então você voltou.

Por Gabriela Freitas

⁠A fé não é para os fracos. Se ainda tens fé, és forte. Muitas vezes, sentes que as forças já não existem mais. Oras, clamas, e mesmo assim, o cenário não muda. E então, a alma pergunta: ‘Senhor, por acaso não vês meu sofrimento?’ Mas Deus vê. Ele sempre vê. E por que, então, Ele permite que a dor permaneça? Porque o Pai conhece o exato momento em que as tuas forças se findam — e é exatamente aí que Ele começa a agir. Tu ainda estás de pé não por acaso. Mesmo que tudo pareça ruir ao teu redor, se ainda consegues dar um passo, é porque Deus sabe: ainda és capaz de suportar. Não pelas tuas forças, mas pelas d’Ele que se aperfeiçoam na tua fraqueza. Por isso, não desistas. O teu sustento vem do Alto."

Por Elias Caiombo Fonseca

A matéria escura deve ser criada para que eu possa guiá-la para seu novo propósito no futuro. O fim deste mundo.

Por Dark

Você disse que nunca iria me deixar, mas foi só as coisas ficarem difíceis para que fosse embora.

Por 50 Tons de Cinza

se dás a mais nao esperes receber a mesma quantia

Por Joana Nunes

Tranque a porta antes de dormir. Os ladrões aparecem quando menos se espera.

Por Isso Se Chama Amor (Call It Love)

Às vezes o que a gente mais quer, não acontece. E algumas vezes o que não se espera, acontece.

Por Amor e Outras Drogas

Lamentações de Jeremias, LM, 3:52, Aqueles que sem motivo são meus inimigos caçaram-me como se eu fosse uma ave.

Por Lamentações de Jeremias, Antigo Testamento

I Coríntios, 1CO, 1:23, mas nós pregamos o Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios.

Por I Coríntios, Novo Testamento

Alma Corsária De tanto sono me baixa uma lucidez estranha em que a amendoeira pousa, luminosa, rara, sob o fundo escuro da noite meio baça (cilíndrica, roliça, bizarra) seu vulto verde acocorado sobre a água da piscina que não tem um pensamento. Eu sinto inveja dessas águas anuladas tão plácidas, idênticas ao próprio contorno enquanto eu mesma nem sei onde começo, quando acabo e sofro o assédio de tudo o que me toca. O mundo ora me engole, ora me vara e tudo o que aproxima me desterra. Chorei, ao ver no chão da cela, o botão arrancado na contenda, os óculos pisados do escritor judeu. Tenho um coração que estala com o peteleco das palavras de Clarice. Numa vila miserável na Bahia, um negro lindo, lindo, dança ao som do corisco – e só me apaixono por casos perdidos, homens com um quê de irremediável. Mais de uma vez, imóvel, circunspecta, vi abrir-se a máquina do mundo sob a luz inclinada de Ipanema, na Serra da Bocaina, no meio da floresta, no alto da escada no topo do morro por onde a moça seqüestrada vinha subindo debaixo das lágrimas do pai. Mais de uma vez meu coração trincou feito vidro diante da página impressa, e sempre que a palavra justa vem tirar seu mel de dentro da copa do desespero de amor. Acredito, do fundo das minhas células, que uma amizade sincera “é o único modo de sair da solidão que um espírito tem no corpo”. Sim, eu acredito no corpo. Por tudo isso é que eu me perco em coisas que, nos outros, são migalhas. Por isso navego, sóbria, de olho seco, as madrugadas. Por isso ando pisando em brasas até sobre as folhas de relva, na trilha mais incerta e mais sozinha. Mas se me perguntarem o que é um poeta (Eu daria tudo o que era meu por nada), eu digo. O poeta é uma deformidade.

Por Claudia Roquette-Pinto