Veja outros textos inspiradores!

⁠Eu tô sendo atormentado por uma música que não sai da minha cabeça.

Por Evidências do Amor (filme)

"Não me falta homem, o que me falta é amor."

Por Marilyn Monroe

Se a sua intenção é me provocar um sentimento de raiva, saiba que está falhando.

Por A Casa do Dragão (série)

Josué, JS, 2:3, Por isso, o rei de Jericó mandou dizer a Raabe: - Traga para fora esses homens que vieram a você e que estão aí em sua casa, porque vieram espiar toda a terra.

Por Josué, Antigo Testamento

Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo.

Por Desconhecido

⁠Às vezes, parece que a mídia existe principalmente para definir padrões impossíveis e, em seguida, envergonhar as pessoas que não fazem o possível para alcançá-los.

Por Carina Chocano

A CRÕNICA é um gênero de entretenimento. O romancista, o poeta e o contista não precisam e é bom que não precisem entreter o leitor. O cronista é um cara que aparece no século 19, com a imprensa, e a crônica surge para amaciar o jornal. Uma espécie de recreio do jornal, em que o leitor está lendo sobre absurdos, dá uma respirada. É uma brisa no jornal. Então, tenho essa consciência de que meu papel ali é de entreter o leitor. Entretenimento é visto, geralmente, com preconceito. Como se o entretenimento fosse inimigo da reflexão e da profundidade. Eu discordo. Você pode entreter pelo humor, pela comédia, pelo lirismo. Nosso maior cronista, Rubem Braga, não é um cronista que tinha o humor como sua principal característica. Ele era, principalmente, lírico. Muitas vezes, a crônica dele é triste e nos deixa tristes, mas a tristeza pode ser, de certa forma, uma maneira de entretenimento. Uma certa melancolia é uma maneira de saborear a vida e encará-la. Tenho isso em vista quando escrevo crônicas: chegar até meu público e tentar falar alguma coisa que seja prazerosa.

Por Antonio Prata

Já bem perto do ocaso, eu te bendigo, ó Vida, Porque nunca me deste esperança mentida, Nem trabalhos injustos, nem pena imerecida. Porque vejo, ao final de tão rude jornada, Que a minha sorte foi por mim mesmo traçada; Que, se extraí os doces méis ou o fel das cousas, Foi porque as adocei ou as fiz amargosas; Quando eu plantei roseiras, eu colhi sempre rosas. Decerto, aos meus ardores, vai suceder o inverno: Mas tu não me disseste que maio fosse eterno! Longas achei, confesso, minhas noites de penas; Mas não me prometeste noites boas, apenas E em troca tive algumas santamente serenas… Fui amado, afagou-me o Sol. Para que mais? Vida, nada me deves. Vida, estamos em paz!

Por Amado Nervo

Provérbios, PV, 30:16, Elas são o mundo dos mortos, o ventre estéril, a terra, que não se farta de água, e o fogo, que nunca diz: ´Basta!`

Por Provérbios, Antigo Testamento

Hebreus, HB, 9:13, Portanto, se o sangue de bodes e de touros e a cinza de uma novilha, aspergidos sobre os contaminados, os santificam quanto à purificação da carne,

Por Hebreus, Novo Testamento