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Lydia ficou com dúvidas no começo, mas se você não pode confiar em uma bibliotecária, em quem você pode confiar?
Por Jeanine CumminsViajar é a ruína da felicidade! Não há como olhar para um prédio aqui depois de ter conhecido a Itália.
Por Frances BurneyI Coríntios, 1CO, 10:19, O que quero dizer com isto? Que o que é sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor?
Por I Coríntios, Novo TestamentoEu sei que o sofrimento tem visitado o teu coração. Não tenho muito o que dizer e é bom que seja assim. Existem acontecimentos que não combinam com as palavras. Foram feitos para o silêncio. É neste momento que nós recorremos aos símbolos, às realidades que falam sem precisar dizer. Trouxe flores...
Por Padre Fábio de MeloII Samuel, 2SM, 12:28, Reúna agora o resto do exército e cerque a cidade para tomá-la; do contrário, se eu a tomar, ela poderia ser chamada pelo meu nome.
Por II Samuel, Antigo TestamentoEu sou seu Bem, você fez bonito comigo e pode apostar que eu senti Eu tentei ficar frio mas você foi tão quente que me derreteu Eu caí direitinho mas estou tentando voltar Antes que o frio passe, eu darei o melhor que posso Nada me deterá a não ser a intervenção divina Acho que é a minha vez novamente de ganhar ou aprender algo Eu não hesitarei mais, não mais Não dá para esperar, tenho certeza Bem, abra a sua mente e veja como eu Abra seus planos, e caramba, você é livre Olhe dentro do seu coração e você vai encontrar amor, amor, amor Ouça a música do momento e talvez cante comigo Eu gosto da pacífica melodia É seu direito divino ser amada, amada, amada, amada, amada Então eu não hesitarei mais, não mais Não dá para esperar, tenho certeza Não precisa complicar, o nosso tempo é curto Não dá para esperar, tenho certeza Eu passo muito tempo olhando a minha língua no espelho Inclinando para trás para tentar vê-la mais claramente A minha respiração embaçou todo o vidro Então eu desenhei um rosto novo e ri Acho que o que estou dizendo é que não há razão melhor Se livrar da vaidade e apenas ir com o ritmo É o que almejamos fazer, o nosso nome é a nossa virtude Então eu não hesitarei mais, não mais Não dá para esperar, tenho certeza Não precisa complicar, o nosso tempo é curto Não dá para esperar, tenho certeza Então eu não hesitarei mais, não mais Não dá para esperar, tenho certeza Não precisa complicar, o nosso tempo é curto Não dá para esperar, tenho certeza Bem, abra a sua mente e veja como eu Abra seus planos, e caramba, você é livre Olhe dentro do seu coração e vai descobrir que o céu é seu Por favor, por favor, por favor, não Não precisa complicar Pois o nosso tempo é curto Esse, oh, esse, esse é o nosso destino, eu sou seu!
Por Jason MrazMinha criança Peço licença para falar na minha criança, a que mora aqui dentro e não me abandonará jamais. Talvez com a morte eu até regresse a ela. Os quase setenta anos que dela me separam não a removem. Ela ali está, magra e tímida, a me olhar e ditar comportamentos e reações. Minha criança esteve em todos os meus filhos e aparece no meus sete netos. Ela se refaz da morte da irmã e abre os olhos para o mundo, com a certeza de que veio ao mundo para alguma missão, embora sempre se considere inferior ao tamanho da mesma. Minha criança sente enorme saudade de pai e da mãe com quem o adulto já não conta salvo no exemplo, na saudade e nas orações quando me domina uma fugidia sensação de estarem, incorpóreos, a meu lado, mas sem se manifestarem. Minha criança possui incomensuráveis solidões diante do mistério do infinito. Ainda recua diante do violento, embora não o tema, e ainda se infiltra em episódios de distração e inocência inexplicáveis num homem com minha carga de vivências. Minha criança ainda gosta de abraço caloroso, proteções misteriosas e de um modo de rezar que o adulto nunca mais conseguiu tais a entrega e a total confiança no mistério e na proteção de Deus. Minha criança carrega o melhor de mim, é portadora de meu modo triste de falar de coisas alegres e de algum susto misterioso sempre que se lhe impõe alguma expectativa d enfermidade. Minha criança é inteira, mansa, bondosa e linda. Eu a amo, preservo, e dou boas gargalhadas quando a vejo infiltrar-se nas graves decisões de algumas de minhas responsabilidades adultas. Ninguém a vê, salvo eu. Ninguém a acaricia, salvo eu, que a estimo, procuro e admiro mais a cada dia e com quem converso histórias infinitas, que somente a imaginação pode conceber no universo maravilhoso da fabulação interior e solitária. Diariamente passeio com minha criança e estou muito feliz por cumprimentá-la, levar-lhe balas, nuvens, aquele cão da meninice, as canções de minha mãe e os carinhos de meu pai, levar-lhe os presentes que ganhava de meu padrinho e toda a enorme vontade de Ser que então adivinhava para a minha vida. Vida que chegou, ameaça passar, e da qual não me arrependo. Minha criança adivinhou em seus sonhos o adulto que eu queria ser. E traz alegria e esperanças à minha idade atual. Hoje sou, há muito tempo, o adulto que sonhei ser. Talvez com menos tensões, mas igualzinho em meu modo de amar a vida.
Por Artur da Távola