Veja outros textos inspiradores!
Salmos, SL, 61:2, Desde os confins da terra clamo por ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim;
Por Salmos, Antigo TestamentoMulheres que se alegram em destruir lares alheios esquecem que aquilo que se conquista na dor do outro carrega sementes de lágrimas… e tudo o que se planta, mais cedo ou mais tarde, se colhe.
Por Janice F. Rocha“Os benefícios são apreciados enquanto se vê a possibilidade de retribuí-los: quando, ao contrário, superam esses limites, em vez de gratidão, geram ódio. Até a glória e a virtude têm inimigos, pois parecem condenar procedimentos contrários postos em confronto com elas."
Por TácitoDizem que o Diabo tem as melhores músicas. Isso é em grande parte verdade. Mas o céu tem os melhores coreógrafos.
Por Belas maldições (Good Omens)I Crônicas, 1CR, 7:19, Os filhos de Semida foram: Aiã, Siquém, Liqui e Anião.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoNão fique triste quando eu disser que você me faz chorar, pois só me fazem chorar as pessoas que têm importância na minha vida!
Por Junior LoureiroApocalipse, AP, 3:6, <J>Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.`</J>
Por Apocalipse, Novo TestamentoPor mais que uma amizade tenha nascido hoje, sua semente é um encontro marcado plantado ontem, e que irá florir somente no saber presente
Por Randerson FigueiredoSentou-se para descansar e em breve fazia de conta que ela era uma mulher azul porque o crepúsculo mais tarde talvez fosse azul, faz de conta que fiava com fios de ouro as sensações, faz de conta que a infância era hoje e prateada de brinquedos, faz de conta que uma veia não se abrira e faz de conta que que dela não estava em silêncio alvíssimo escorrendo sangue escarlate, e que ela não estivesse pálida de morte mas isso fazia de conta que estava mesmo de verdade, precisava no meio do faz de conta falar a verdade de pedra opaca para que contrastasse com o faz de conta verde-cintilante, faz de conta que amava e era amada, faz de conta que não precisava morrer de saudade, faz de conta que estava deitada na palma transparente da mão de Deus, (...) faz de conta que vivia e não que estivesse morrendo pois viver afinal não passava de se aproximar cada vez mais da morte, faz de conta que ela não ficava de braços caídos de perplexidade quando os fios de ouro que fiava se embaraçavam e ela não sabia desfazer o fino fio frio, faz de conta que ela era sábia bastante para desfazer os nós de corda de marinheiro que lhe atavam os pulsos, faz de conta que tinha um cesto de pérolas só para olhar a cor da lua pois ela era lunar, faz de conta que ela fechasse os olhos e seres amados surgissem quando abrisse os olhos úmidos de gratidão, faz de conta que tudo o que tinha não era faz de conta, faz de conta que se descontraía o peito e uma luz douradíssima e leve a guiava por uma floresta de açudes mudos e de tranquilas mortalidades, faz de conta que ela não era lunar, faz de conta que ela não estava chorando por dentro (...)
Por Clarice Lispector