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O melhor de tudo é o que penso e sinto, pelo menos posso escrever; senão, me asfixiaria completamente.
Por Anne FrankJuízes, JZ, 9:49, Assim, cada um deles cortou um galho e seguiu Abimeleque. Puseram os galhos ao redor da fortaleza, e os incendiaram. Assim, morreram todos os que estavam na Torre de Siquém, mais ou menos mil pessoas, homens e mulheres.
Por Juízes, Antigo TestamentoCaso do Vestido Nossa mãe, o que é aquele vestido, naquele prego? Minhas filhas, é o vestido de uma dona que passou. Passou quando, nossa mãe? Era nossa conhecida? Minhas filhas, boca presa. Vosso pai evém chegando. Nossa mãe, dizei depressa que vestido é esse vestido. Minhas filhas, mas o corpo ficou frio e não o veste. O vestido, nesse prego, está morto, sossegado. Nossa mãe, esse vestido tanta renda, esse segredo! Minhas filhas, escutai palavras de minha boca. Era uma dona de longe, vosso pai enamorou-se. E ficou tão transtornado, se perdeu tanto de nós, se afastou de toda vida, se fechou, se devorou, chorou no prato de carne, bebeu, brigou, me bateu, me deixou com vosso berço, foi para a dona de longe, mas a dona não ligou. Em vão o pai implorou. Dava apólice, fazenda, dava carro, dava ouro, beberia seu sobejo, lamberia seu sapato. Mas a dona nem ligou. Então vosso pai, irado, me pediu que lhe pedisse, a essa dona tão perversa, que tivesse paciência e fosse dormir com ele... Nossa mãe, por que chorais? Nosso lenço vos cedemos. Minhas filhas, vosso pai chega ao pátio. Disfarcemos. Nossa mãe, não escutamos pisar de pé no degrau. Minhas filhas, procurei aquela mulher do demo. E lhe roguei que aplacasse de meu marido a vontade. Eu não amo teu marido, me falou ela se rindo. Mas posso ficar com ele se a senhora fizer gosto, só pra lhe satisfazer, não por mim, não quero homem. Olhei para vosso pai, os olhos dele pediam. Olhei para a dona ruim, os olhos dela gozavam. O seu vestido de renda, de colo mui devassado, mais mostrava que escondia as partes da pecadora. Eu fiz meu pelo-sinal, me curvei... disse que sim. Sai pensando na morte, mas a morte não chegava. Andei pelas cinco ruas, passei ponte, passei rio, visitei vossos parentes, não comia, não falava, tive uma febre terçã, mas a morte não chegava. Fiquei fora de perigo, fiquei de cabeça branca, perdi meus dentes, meus olhos, costurei, lavei, fiz doce, minhas mãos se escalavraram, meus anéis se dispersaram, minha corrente de ouro pagou conta de farmácia. Vosso pais sumiu no mundo. O mundo é grande e pequeno. Um dia a dona soberba me aparece já sem nada, pobre, desfeita, mofina, com sua trouxa na mão. Dona, me disse baixinho, não te dou vosso marido, que não sei onde ele anda. Mas te dou este vestido, última peça de luxo que guardei como lembrança daquele dia de cobra, da maior humilhação. Eu não tinha amor por ele, ao depois amor pegou. Mas então ele enjoado confessou que só gostava de mim como eu era dantes. Me joguei a suas plantas, fiz toda sorte de dengo, no chão rocei minha cara, me puxei pelos cabelos, me lancei na correnteza, me cortei de canivete, me atirei no sumidouro, bebi fel e gasolina, rezei duzentas novenas, dona, de nada valeu: vosso marido sumiu. Aqui trago minha roupa que recorda meu malfeito de ofender dona casada pisando no seu orgulho. Recebei esse vestido e me dai vosso perdão. Olhei para a cara dela, quede os olhos cintilantes? quede graça de sorriso, quede colo de camélia? quede aquela cinturinha delgada como jeitosa? quede pezinhos calçados com sandálias de cetim? Olhei muito para ela, boca não disse palavra. Peguei o vestido, pus nesse prego da parede. Ela se foi de mansinho e já na ponta da estrada vosso pai aparecia. Olhou pra mim em silêncio, mal reparou no vestido e disse apenas: — Mulher, põe mais um prato na mesa. Eu fiz, ele se assentou, comeu, limpou o suor, era sempre o mesmo homem, comia meio de lado e nem estava mais velho. O barulho da comida na boca, me acalentava, me dava uma grande paz, um sentimento esquisito de que tudo foi um sonho, vestido não há... nem nada. Minhas filhas, eis que ouço vosso pai subindo a escada.
Por Carlos Drummond de AndradePara quê? A resposta o enchia de amargura: para nada. Depois de tanto sangue, nem socialismo nem independência nem porra nenhuma. Tinha a firme convicção de ter sido vítima de uma fraude.
Por Fernando AramburuNunca admita servir para tapar os buracos da vida de outras pessoas. Não espere que preenchendo os vazios deixados, você terá o lugar merecido. Não se encolha pra caber nos espaços de alguém. Não seja o tapete, não seja a cortina, não seja a vidraça a levar pedradas. Uma pipa dançando em um furacão é isso que são as pessoas que não sabem por que estão ali. Qual a necessidade de fingir ou aceitar um falso afeto? Gentileza gera gentileza, se não recebe em troca não dê e não se arrependa. Ninguém é obrigado a agradar a todos o tempo inteiro. Aquele que só diz sim e concorda com tudo, pode ter a falsidade, a máscara, o medo ou o “tô nem ai”, encobrindo as respostas à maioria das vezes. Não atropele relações, não encurte o tempo, não obrigue momentos, não concorde com tudo, não busque atender sempre as expectativas, pois é maior a probabilidade de frustração. Nenhuma pessoa é forçada a amar o que não se ama, a suportar o que a faz chorar, percorrer caminhos errados, estar onde não é desejado, sorrir ou ser simpático. Não se sacrifique por quem espera seu sacrifício acontecer, para lhe dar “tchau”. Dê o adeus primeiro e siga em frente, com orgulho. De bem consigo mesma. Precisamos, e isso é uma regra, valer muito mais para nós mesmos, sempre. É gratuito se amar!
Por Cleonio DouradoSalmos, SL, 89:7, Deus infunde grande terror na assembleia dos santos; é temível sobre todos os que o rodeiam.
Por Salmos, Antigo TestamentoII Reis, 2RS, 21:20, Amom fez o que era mau aos olhos do Senhor, como Manassés, seu pai, havia feito.
Por II Reis, Antigo TestamentoFUI BEIJADA POR UM ANJO Fui beijada por um anjo, que maravilhosa sensação, lábios quentes... calor, tremor, ardor, tantas sensações num momento repleto de cor. Lábios de um anjo, doces, hipnotizantes, convidativos... Senti meus pés saindo do chão, me senti voar, pairar, voltar, naufragar, e me inundar, num mar cheio de emoção. O beijo de um anjo, tirando meu ar, meus sentidos, e me chamando apenas para com ele, voar...
Por Célia Cristina PradoOração da Criança Jesus, eu gosto do Senhor, muito obrigado pela vida que o Senhor me deu! Muito obrigado por papai e mamãe e por todas as pessoas, que o Senhor colocou bem perto de mim. Jesus, eu estou crescendo não só por fora, para ter um corpo bonito e forte mas, ajude-me a crescer também por dentro, para ter um coração cheio de bondade. Jesus, ajude-me a ser feliz porque eu existo. Jesus, eu gosto do Senhor, de todo coração e vou gostar de todo mundo, como o Senhor gosta de mim. Amém. Alexandre vovó te ama muito!!!!
Por Deus