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Em toda a adversidade do destino, a condição que gera mais infelicidade é o fato de se ter sido feliz.
Por BoécioII Samuel, 2SM, 24:5, Passaram o Jordão e acamparam em Aroer, à direita da cidade que está no meio do vale de Gade, e foram a Jazer.
Por II Samuel, Antigo TestamentoÊxodo, EX, 39:25, Fizeram campainhas de ouro puro e as colocaram no meio das romãs em toda a borda da sobrepeliz;
Por Êxodo, Antigo TestamentoMetade do mundo ri da outra metade, e ambas são tolas Dependendo da opinião, ou tudo é bom, ou tudo é ruim. Aquilo que uns perseguem outros evitam. Por isso, quem deseja regular tudo segundo seu critério é um tolo insuportável. A perfeição não depende de uma única opinião: os gostos são tantos quantos os rostos, e igualmente variados. Não existe defeito que não seja apreciado por alguém. Não desanime se algumas coisas não agradam a uns, pois não vão faltar outros que as apreciem. O aplauso também não deve ser motivo de orgulho, porque sempre vão existir condenações. A regra para a verdadeira satisfação é a aprovação das pessoas conceituadas, que tem voz e voto nessas matérias. Não se vive de um só critério, nem de um só costume, nem de um só século.
Por Baltasar GraciánQuem quiser nascer tem que destruir um mundo; destruir no sentido de romper com o passado e as tradições já mortas, de desvincular-se do meio excessivamente cômodo e seguro da infância para a conseqüente dolorosa busca da própria razão do existir: ser é ousar ser. (Demian)
Por Hermann HesseRomanos, RM, 9:12, quando foi dito a Rebeca: ´O mais velho será servo do mais moço.`
Por Romanos, Novo TestamentoII Reis, 2RS, 10:34, Quanto aos demais atos de Jeú e a tudo o que fez, e a todo o seu poder, não está tudo escrito no Livro da História dos Reis de Israel?
Por II Reis, Antigo TestamentoBoa Noite Boa noite, Maria! Eu vou,me embora. A lua nas janelas bate em cheio. Boa noite, Maria! É tarde... é tarde. . Não me apertes assim contra teu seio. Boa noite! ... E tu dizes - Boa noite. Mas não digas assim por entre beijos... Mas não mo digas descobrindo o peito, — Mar de amor onde vagam meus desejos! Julieta do céu! Ouve... a calhandra já rumoreja o canto da matina. Tu dizes que eu menti? ... pois foi mentira... Quem cantou foi teu hálito, divina! Se a estrela-d'alva os derradeiros raios Derrama nos jardins do Capuleto, Eu direi, me esquecendo d'alvorada: "É noite ainda em teu cabelo preto..." É noite ainda! Brilha na cambraia — Desmanchado o roupão, a espádua nua O globo de teu peito entre os arminhos Como entre as névoas se balouça a lua. . . É noite, pois! Durmamos, Julieta! Recende a alcova ao trescalar das flores. Fechemos sobre nós estas cortinas... — São as asas do arcanjo dos amores. A frouxa luz da alabastrina lâmpada Lambe voluptuosa os teus contornos... Oh! Deixa-me aquecer teus pés divinos Ao doudo afago de meus lábios mornos. Mulher do meu amor! Quando aos meus beijos Treme tua alma, como a lira ao vento, Das teclas de teu seio que harmonias, Que escalas de suspiros, bebo atento! Ai! Canta a cavatina do delírio, Ri, suspira, soluça, anseia e chora. . . Marion! Marion!... É noite ainda. Que importa os raios de uma nova aurora?!... Como um negro e sombrio firmamento, Sobre mim desenrola teu cabelo... E deixa-me dormir balbuciando: — Boa noite! — formosa Consuelo.
Por Castro Alves