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É verdade que todos amamos o que podemos modelar; amamos a obra que sai de nossas mãos. Mas que amor, este! Assim que nos entregamos ao trabalho, sentimos de modo claro que já não amamos verdadeiramente o ser ou a coisa que se faz sob nossos olhos; através desse ser ou coisa, o que amamos é a ideia que nele introduzimos, isto é, o geral.
Por Constantin NoicaA credibilidade do cristianismo exige que a verdade não seja meramente defendida, mas também praticada; não só discutida, mas também vivida.
Por J. I. PackerImperadores vão e vêm, mas você é o nosso Mestre Dragão. Você é uma lenda!
Por Kung Fu Panda: O Cavaleiro DragãoII Crônicas, 2CR, 20:13, Todos os homens de Judá estavam em pé diante do Senhor, com as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoNão consigo permanecer por muito tempo num teatro ou num cinema, mal posso ler um jornal, raramento leio um livro moderno. Não sei que prazeres e alegrias levam as pessoas a trens e hotéis superlotados, aos cafés abarrotados, com uma música sufocante e vulgar, aos bares e espetáculos de variedades, às feiras. Não entendo nem compartilho dessas alegrias, embora estejam ao meu alcance, pelas quais milhares de outros tanto anseiam
Por Herman HesseHebreus, HB, 12:20, pois já não suportavam o que lhes era ordenado: ´Até um animal, se tocar o monte, será apedrejado.`
Por Hebreus, Novo TestamentoI Coríntios, 1CO, 15:1, Irmãos, venho lembrar-lhes o evangelho que anunciei a vocês, o qual vocês receberam e no qual continuam firmes.
Por I Coríntios, Novo TestamentoCarro passando, vidro abaixando Por que que tão me olhando? Por que que tão me visando? Vivo como um rockstar Invisto no trap life
Por Jovem DexLEMBRANÇAS DE MORRER Eu deixo a vida como deixa o tédio Do deserto, o poento caminheiro, - Como as horas de um longo pesadelo Que se desfaz ao dobre de um sineiro; Como o desterro de minh’alma errante, Onde fogo insensato a consumia: Só levo uma saudade - é desses tempos Que amorosa ilusão embelecia. Só levo uma saudade - é dessas sombras Que eu sentia velar nas noites minhas. De ti, ó minha mãe, pobre coitada, Que por minha tristeza te definhas! Se uma lágrima as pálpebras me inunda, Se um suspiro nos seios treme ainda, É pela virgem que sonhei. que nunca Aos lábios me encostou a face linda! Só tu à mocidade sonhadora Do pálido poeta deste flores. Se viveu, foi por ti! e de esperança De na vida gozar de teus amores. Beijarei a verdade santa e nua, Verei cristalizar-se o sonho amigo. Ó minha virgem dos errantes sonhos, Filha do céu, eu vou amar contigo! Descansem o meu leito solitário Na floresta dos homens esquecida, À sombra de uma cruz, e escrevam nela: Foi poeta - sonhou - e amou na vida.
Por Álvares de Azevedo