Veja outros textos inspiradores!
Era uma noite chuvosa enquanto eu lia Estava aconchegado no meu quarto e disse Por quê não ligar-te? Por quê não deitar pra fora aquilo que esta dentro de mim? Na escola eu não era confiante O pensamento estava mas muito distante Eu não estava mais ao abrigo Mas com o passar do tempo eu fui aprendendo A ultrapassar as coisas que me faziam mal Meus medos, meus complexos, minhas incertezas Me impediam de continuar a acreditar Naquilo que eu queria mais na minha vida Naquilo que realmente sou, sou
Por CalemaSe você colocar suas expectativas em alguma coisa, elas serão traídas. Promessas não serão cumpridas e a fé o decepcionará. (Mitsuri)
Por Darling in the FranxxII Samuel, 2SM, 17:5, Mas Absalão disse: - Chamem agora Husai, o arquita, e ouçamos também o que ele tem a dizer.
Por II Samuel, Antigo TestamentoA beleza física ou a falta dela, nada mais é do que uma simples embalagem, o que vale mesmo é o que cada pessoa é... Não sou hipócrita é lógico que beleza chama atenção, mas o que nos mantem não é o físico, ainda mais se tratando de amor, até porque o amor é cego, e cê sabe porque? Porque amamos o carinho, a atenção, a personalidade. Se não fosse assim, como explicar, esses casais que um se mantém da mesma forma física, enquanto que o outro passou um pouco do peso, ou emagreceu por um determinado problema ou simplesmente pela ação do tempo e ainda assim se amam e respeitam. Ame sim, mas ame as pessoas por completo e não somente a embalagem, afinal quando compramos uma bala, por exemplo, o q menos importa é a embalagem...
Por John JardimDiferença meu amor ouve fado não rodopia apenas baila e espreita. eu gosto de tango. minha mãe sempre diz: seus olhos são trágicos.
Por Cida PedrosaI Eu tenho quinze anos E sou morena e linda! Mas amo e não me amam E tenho amor ainda. E por tão triste amar, Aqui venho chorar. II O riso de meus lábios Há muito que murchou; Aquele que eu adoro Ah! Foi quem matou; Ao riso, que morreu, O pranto sucedeu. III O fogo de meus olhos De todo se acabou, Aquele que eu adoro Foi quem o apagou: Onde houve fogo tanto Agora corre o pranto. IV A face cor de jambo Enfim se descorou, Aquele que eu adoro Ah! Foi quem a desbotou: A face tão rosada De pranto está lavada! V O coração tão puro Já sabe o que é amor, Aquele que eu adoro Ah! Só me dá rigor: O coração no entanto Desfaz o amor em pranto. VI Diurno aqui se mostra Aquele que eu adoro; E nunca ele me vê, E sempre o vejo e choro; Por paga a tal paixão Só lágrimas me dão! VII Aquele que eu adoro E qual rio que corre, Sem ver a flor pendente Que ti margem murcha e morre: Eu sou u pobre flor Que vou murchar de amor. VIII São horas de raiar O sol dos olhos meus, Mau sol! Queima a florzinha Que adora os olhos seus: Tempo é do sol raiar E é tempo de chorar. IX Lá vem sua piroga Cortando leve os mares, Lá vem uma esperança Que sempre dá pesares: Lá vem o meu encanto, Que sempre causa pranto. X Enfim abica a praia, Enfim salta apressado. Garboso como o cervo Que salta alto valado: Quando há de ele cá vir Só pra me ver sorrir ? XI Lá corre em busca de aves A selva que lhe é cara, Ligeiro como a seta Que do arco seu dispara: Quando há de ele correr Somente para me ver. XII Lá vem do feliz bosque Cansado de caçar, Qual beija-flor que cansa De mil flores a beijar: Quando há de ele, cansado, Descansar a meu lado? XIII Lá entra para a gruta, E cai na rude cama, Qual flor de belas cores, Que cai do pé na grama: Quando há de nesse leito Dormir junto a meu peito? XIV Lá súbito desperta, E na piroga embarca, Qual sol que, se ocultando, O fim do dia marca: Quando hei de este sol ver Não mais desaparecer? XV Lá voa na piroga, Que o rasto deixa aos mares, Qual sonho que se esvai E deixa após pesares: Quando há de ele cá vir Pra nunca mais fugir?... XVI Oh bárbaro! Tu partes E nem sequer me olhaste? Amor tão delicado Em outra já achaste? Oh bárbaro! responde, Amor como este, aon de? XVII Somente pra teus beijos Te guardo a boca para; Em que lábios tu podes Achar maior doçura?... Meus lábios, murchareis, Seus beijos não tereis! XVIII Meu colo alevantado Não vale teus abraços?... Que colo há mais formoso, Mais digno de teus braços? ingrato! Morrerei... E não te abraçarei. XIX Meus seios entonados Não podem ter valia? Desprezas as delícias Que neles te ofrecia? Pois hão de os seios puros Murcharem prematuros? XX Não sabes que me chamam A bela do deserto?... Empurras para longe O bem que te está perto?... Só pagas com rigor As lágrimas de amor?... XXI Ingrato! Ingrato! foge... E aqui não tornes mais, Que, sempre que tornares, Terás de ouvir meus ais: E ouvir queixas de amor, E ver pranto de dor... XXII E, se amanhã vieres, Em pé na rocha dura 'Starei cantando aos ares A mal paga ternura... Cantando me ouviras, Chorando me acharás!...
Por Joaquim Manuel de MacedoSe você vier me perguntar por onde andei No tempo em que você sonhava De olhos abertos lhe direi Amigo, eu me desesperava Sei que assim falando pensas Que esse desespero é moda em 73 Mas ando mesmo descontente Desesperadamente eu grito em português Tenho 25 anos de sonho e de sangue E de América do Sul Por força desse destino O tango argentino me vai bem melhor que o blues
Por BelchiorRacismo, preconceito e discriminação em geral; É uma burrice coletiva sem explicação. Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união?
Por Gabriel O PensadorSalmos, SL, 145:9, O Senhor é bom para todos, e as suas misericórdias permeiam todas as suas obras.
Por Salmos, Antigo Testamento