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Um belo livro é aquele que semeia em redor os pontos de interrogação.

Por Jean Cocteau

Josué, JS, 5:14, Ele respondeu: - Não sou nem uma coisa nem outra. Sou príncipe do exército do Senhor e acabo de chegar. Então Josué se prostrou com o rosto em terra e o adorou. E lhe disse: - Que diz meu senhor ao seu servo?

Por Josué, Antigo Testamento

⁠Não costumamos notar as pessoas que cuidam de nós, não é? Mas sentiríamos a sua falta se elas não estivessem lá.

Por Ann Cleeves

A cor é algo que enxergamos com os olhos, mas o amor é algo que vemos com o coração.

Por Joan Walsh Anglund

Lucas, LC, 14:7, Reparando como os convidados escolhiam os primeiros lugares, Jesus contou-lhes uma parábola:

Por Lucas, Novo Testamento

Se algo é difícil de fazer, então não vale a pena ser feito!

Por Homer Simpson

Em verdade temos medo. Nascemos escuro. As existências são poucas: Carteiro, ditador, soldado. Nosso destino, incompleto. E fomos educados para o medo. Cheiramos flores de medo. Vestimos panos de medo. De medo, vermelhos rios vadeamos. Somos apenas uns homens e a natureza traiu-nos. Há as árvores, as fábricas, Doenças galopantes, fomes. Refugiamo-nos no amor, este célebre sentimento, e o amor faltou: chovia, ventava, fazia frio em São Paulo. Fazia frio em São Paulo… Nevava. O medo, com sua capa, nos dissimula e nos berça. Fiquei com medo de ti, meu companheiro moreno, De nós, de vós: e de tudo. Estou com medo da honra. Assim nos criam burgueses, Nosso caminho: traçado. Por que morrer em conjunto? E se todos nós vivêssemos? Vem, harmonia do medo, vem, ó terror das estradas, susto na noite, receio de águas poluídas. Muletas do homem só. Ajudai-nos, lentos poderes do láudano. Até a canção medrosa se parte, se transe e cala-se. Faremos casas de medo, duros tijolos de medo, medrosos caules, repuxos, ruas só de medo e calma. E com asas de prudência, com resplendores covardes, atingiremos o cimo de nossa cauta subida. O medo, com sua física, tanto produz: carcereiros, edifícios, escritores, este poema; outras vidas. Tenhamos o maior pavor, Os mais velhos compreendem. O medo cristalizou-os. Estátuas sábias, adeus. Adeus: vamos para a frente, recuando de olhos acesos. Nossos filhos tão felizes… Fiéis herdeiros do medo, eles povoam a cidade. Depois da cidade, o mundo. Depois do mundo, as estrelas, dançando o baile do medo.

Por Carlos Drummond de Andrade

⁠Deus não nos escreveu. Não somos literatura.

Por Jeferson Tenório

⁠Não existe nada mais importante para uma criança do que o esporte e a educação.

Por Jorge de Sá

"Armar ou Amar? Pouco Amor Não é Amor".

Por João Acuio