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Tem gente que rir do meu sotaque Achando que é melhor do que eu Se esperteza fosse religião Com certeza esses seriam ateus Quem não reconhece uma riqueza Nunca vai deixar de ser plebeu Sou lá de Pernambuco a dentro Onde a poesia ergue seu liceu É a simplicidade matuta Demonstrando o seu apogeu Sou mais Rogaciano Leite Do que Caio Fernando de Abreu (Jefferson Moraes) 27/06/2014 Olinda, Pernambuco
Por Jefferson MoraesNosso problema em reconhecer se há em nós algum caminho mau não é por falta da luz externa. Certamente Deus não falhou em nos dizer clara e abundantemente quais são os maus caminhos. Ele nos deu mandamentos mais do que suficientes que mostram o que deveríamos e o que não deveríamos fazer; e eles estão claramente colocados diante de nós na sua Palavra. Então, nossa dificuldade em conhecer nosso próprio coração não é pelo fato de nos faltarem normas adequadas.
Por Jonathan EdwardsMÃE - SEJA UMA TV A CABO DO BEM! É muito triste, sim, assistir pelos meios de comunicação, em tempo real, um episódio como esse que jornais do mundo inteiro estamparam, quando um jovem, com sério transtorno de comportamento entrou, intempestivamente, escola adentro e matou crianças em sala de aula. É dolorida essa aula! É uma aula salpicada de sangue, banhada em lágrimas. Naquele mesmo dia, repórteres perguntavam aos alunos sobreviventes, aos professores em estado de choque, aos pais horrorizados, que lições podia se extrair dali. Todos diziam em uníssono: ficamos mais unidos, estamos solidários, nossa dor é uma só. Isso faz lembrar quando o furacão Wilma arrasou uma cidade americana e os repórteres faziam perguntas semelhantes. A resposta de uma senhora ficou gravada. “Com o furacão, tive o prazer de conhecer minha vizinha de muitos anos, quando ela me viu aflita e me ofereceu uma xícara de café”. O brasileiro é solidário sempre, mas a exemplo de muitos, vem adotando um estilo de vida preocupante, ultimamente. Está se isolando. Será que é preciso um furacão, um terremoto, um tufão, uma chacina para as pessoas se unirem, se conhecerem, se amarem? E oferecerem uma xícara de café ao vizinho desconhecido? Muitas atitudes contribuem para a educação equivocada. O mau uso dos meios de comunicação tem sido um terror no universo humano. É um dragão que destrói o equilíbrio emocional. A criança chega a algumas escolas ainda bebê, muitos chegam de fraldas e dão de cara com uma escola atropelando os princípios que fundamentam as emoções. A escola tem o som, todavia, não respeita o limite da capacidade auditiva humana; o som é altíssimo. A escola tem computadores e os supervaloriza, em detrimento das brincadeiras, das músicas brasileiras, das histórias, das poesias, de dramatizações, do folclore, dos jogos no recreio. Recreio? Cadê o recreio? O Brasil é uma potência em alguns aspectos, mas tem contrastes sociais de submundo. A educação envergonha essa nação perante os olhos do mundo. Não se têm recursos para acabar com a violência, porém, pode-se educar para reduzir o gosto por ela. Há canais de tv que estão se transformando em delegacia de polícia, ao vivo, dentro da casa daqueles que veneram a violência. Isto adoece o imaginário e traz transtornos de comportamento. Serve também de universidade do crime. Forma bandidos. Faz escola. Andrew Oitke, professor da Universidade de Harvard, publicou o livro Mental Obsety, e denuncia que “A nossa sociedade está mais sobrecarregada de preconceitos do que de proteínas”. E afirma que “É hora de refletir sobre os nossos abusos no campo da informação e do conhecimento, que parecem estar dando origem a problemas tão ou mais sérios do que a barriga proeminente. ‘Profissionais da informação’ vendem gordura trans em excesso”. Oitke demonstra preocupação com essa ‘alimentação intelectual’ tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção. “É possível supor que esses jovens jamais conseguirão viver uma vida saudável e regular. O homem moderno está adiposo no raciocínio, nos gostos e nos sentimentos. O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos. Precisa, sobretudo, de uma dieta mental”. Mãe, lute para reduzir a comunicação da desgraça dentro da sua casa. Seja uma tv a cabo do bem e não reproduza desgraça nenhuma, hora nenhuma: na hora das refeições, nas festas da família, nos encontros do shopping... Não superdimensione o crime, a hecatombe, o tsuname, não se transforme numa assombração a serviço da mídia pererê, ensinando que o mundo está no fim. Não pegue um caso isolado e o generalize. Nunca se viu nada igual a essa matança na escola, aqui no Brasil. Não fique então martelando que as escolas agora não têm segurança, que o mundo está perdido. Esse fato é único. Não deixe seu filho, seu neto, ninguém aterrorizado, achando que isso é sempre assim, uma coisa normal, mas, sobretudo, eduque para que se aprenda a usar a metainformação, selecionando tudo de lindo e maravilhoso que existe nessa Terra linda. O mal não vencerá o bem. Então faça a sua parte! Seja, você, uma tv a cabo do bem.
Por Ivone BoechatNão importa o quanto ela tenha sofrido, Darby não se retirou da vida depois de tudo. Na verdade, ela aceitou. Calmamente, com cuidado, mas com dignidade e amor.
Por Fiona DavisI Coríntios, 1CO, 14:14, Porque, se eu orar em línguas, o meu espírito, de fato, ora, mas a minha mente fica infrutífera.
Por I Coríntios, Novo TestamentoI Samuel, 1SM, 26:4, enviou espias e soube que Saul, de fato, tinha chegado.
Por I Samuel, Antigo TestamentoPor que você me abandona à poesia Por que você me abandona no vértice da vertigem quando a chuva cai (um Magritte) sobre rosas que desistiram? Por que novamente me perco entre hortênsias, no aclive, mais altas que homens, mais vivas que o Exército de Terracota? Sem você eu caminho no plano, tudo escorre – há um silêncio aturdido uma cota do que morre por dentro daquilo que brota. Sem a sua luz, o que me resta? Palmilhar às cegas um quarto de veludo onde o espelho, mudo, assiste à fuga do que reflete.
Por Claudia Roquette-Pinto#Ele #morreu... Ninguém sabe o porquê... Overdose de amor... Talvez por sofrer... Desde a tenra idade foi criança solitária... Brincava sempre sozinho... Seus sonhos era seu ninho... De vontade forte... "Diabo louro" era chamado... Muito tímido... Algumas vezes confundido... Com moleque mau-criado... Era diferente... Brincava sozinho de pique-esconde... De Deus ele se escondia... E rindo como podia... Desafiava a divindade... Para lhe encontrar naquela folia... Imaginava que o mundo era todo seu... Estranha e grande fantasia... Inocentemente feliz... Enquanto crescia... Ele dizia que era tão bom... Quando o pai lhe carregava em seus ombros... Seu avô o chamava de "bolinha"... E quando sua mãe preparava guloseimas... Não saia da cozinha... Brincava no barro... Caminhão... Casinha... Brincadeiras de roda... Era só alegria... Jogava peão... Sempre ganhava na amarelinha... Mas foi crescendo... E triste foi ficando... Descobriu o chorar... Quando muitos no céu foram morar... As peraltices deixaram saudades... Quando se apaixonou pela primeira vez... A criança foi embora... O rapaz apareceu... E na paixão não correspondida... Sofreu... Sonhou, um dia, ir embora... O mundo descobrir... Dizia que queria viver... Fazer por merecer... Continuar a crescer... Não mais sofrer... Então... Na ilusão presente... Conheceu muita gente... Acreditando que tudo era bom... Se perdeu... O espelho lhe enganou... Promessas falsas lhe fez... Maldade o circundou... Sua fé pereceu... Sorriso perdeu... Teve medo de abraçar... Teve medo, de mais uma vez, se doar... Anos foram passando... E ele sempre lamentando... Pelo mundo mágico que um dia acreditou... Pela magia que terminou... Nunca mais confiou... Nunca mais amou... Nunca mais sentiu... Tudo esfriou... As pedras azuis podem testemunhar... Mas são caladas... Não querem essa história contar... As árvores jazem mortas... Foram seus pais que plantaram... Disseram a ele que, em suas sombras, teria abrigo... Quando, já não mais aqui estivessem... Tudo se foi... Restou para ele o testemunho vazio dos tijolos... Da casa que em dias passados... Felicidade fazia morada... Das belas flores de sua mãe... Tão perfumadas... Do colo do pai... Abrigo escondido.... Descobriu lentamente... O tempo é um professor... A amadurecer... Superar a dor... "- Assim é a vida... " Dizia... Aprendeu... Acostumou... A colecionar alegrias... E guardar as tristezas também... Do cálice da amargura... Ele não bebeu... Mas também não temia... Sabia... Que tudo nessa vida é efêmera... Que termina um dia.... Desde a grande alegria... Até a torturante agonia... Ele confiou em Seu Criador... Pois ter fé... É aceitar sem realmente saber... O que está para acontecer... E sempre vale a pena viver... Sandro Paschoal Nogueira
Por Sandro Paschoal NogueiraSalmos, SL, 22:25, De ti vem o meu louvor na grande congregação; cumprirei os meus votos na presença dos que o temem.
Por Salmos, Antigo Testamento