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- E você é o bastardo de Ned Stark, não é? Jon sentiu-se atravessado por uma sensação de frio. Apertou os lábios e não disse nada. – Eu o ofendi? – disse Lannister. – Perdão. Os anões não têm de ter tato. Gerações de bobos variegados conquistaram para mim o direito de me vestir mal e de dizer qualquer maldita coisa que me venha à cabeça – ele sorriu. – Mas você é o bastardo. – Lorde Eddard Stark é meu pai – admitiu Jon rigidamente. Lannister estudou-lhe o rosto. – Sim – disse. – Consigo ver. Você tem em si mais do Norte que seus irmãos. – Meio-irmãos – Jon corrigiu. O comentário do anão o agradara, mas tentou não mostrar. – Deixe-lhe dar um conselho, bastardo – disse Lannister. – Nunca se esqueça de quem é, porque é certo que o mundo não se esquecerá. Faça disso sua força. Assim, não poderá ser nunca a sua fraqueza. Arme-se com esta lembrança, e ela nunca poderá ser usada para magoá-lo.

Por Game of Thrones

Salmos, SL, 3:8, Do Senhor é a salvação. A tua bênção esteja sobre o teu povo!

Por Salmos, Antigo Testamento

Os homens inventaram a guerra para lá estarem sem nós e apenas entre homens.

Por Jean Giraudoux

Quando desempenhares teus deveres, poderás solicitar os teus direitos.

Por Iolanda Brazão

⁠As pessoas pobres não deveriam precisar provar o quanto merecem ter um teto sobre as suas cabeças e alimentar os seus filhos.

Por Ijeoma Oluo

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Autoestima. Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é... Autenticidade. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento. Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito. Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio. Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade. Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a... Humildade. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude. Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber viver!

Por Kim e Alison McMillen

Isaías, IS, 22:6, Porque Elão pegou a sua aljava e vem com carros de guerra e cavaleiros; e Quir prepara os escudos.

Por Isaías, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 22:23, Betuel gerou Rebeca. Milca deu esses oito filhos a Naor, irmão de Abraão.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Deuteronômio, DT, 30:4, Ainda que os desterrados estejam nos lugares mais distantes da terra, desde aí o Senhor, seu Deus, os ajuntará e os trará de volta.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

“Não basta o que a vida ensina, pois como mestra a vida ensina mal: é demorada, insuficiente, especula com os dados de seu interesse imediato e muito se inclina a acomodar-se. Ela por si não larga segredos. O fundamental consiste em que cada um aprenda como as coisas são. Nesse aprendizado, sucessão de atos de coragem e dureza, principalmente coragem de fechar as portas ao erro que foi verdade, encontra-se a justificativa mais ilustre da existência humana”.

Por Carlos Drummond de Andrade