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I Crônicas, 1CR, 1:32, Quanto aos filhos de Quetura, concubina de Abraão, esta deu à luz Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Sua. Os filhos de Jocsã foram: Sabá e Dedã.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Provérbios, PV, 3:34, Certamente ele zomba dos zombadores, mas dá graça aos humildes.

Por Provérbios, Antigo Testamento

RETRATO ANTIGO (1988) Quem é essa que me olha de tão longe, com olhos que foram meus?

Por Helena Kolody

Gênesis, GN, 31:43, Então Labão respondeu a Jacó: - As filhas são minhas filhas, os filhos são meus netos, os rebanhos são meus rebanhos, e tudo o que você está vendo é meu. Que posso fazer hoje a estas minhas filhas ou aos filhos que elas deram à luz?

Por Gênesis, Antigo Testamento

De traje a rigor os urubus em meneios bailando nas nuvens.

Por Aníbal Beça

Jó, JÓ, 10:12, Tu me deste vida e bondade, e o teu cuidado guardou o meu espírito.

Por Jó, Antigo Testamento

Brincou de me amar Meu coração feriu Eu quero que tu vá Pra ponte que caiu

Por Jey

Não se esqueça disso. Se você se sentir perdido, pense com o coração e decida o que fazer. E quando você achar difícil sorrir, não chore.

Por Karakuri Circus

! Não sou eu que durmo tarde, é o sol que nasce cedo!

Por Abel Bonnard

O Esquema de Deus Estamos todos entrosados no Esquema de Deus. Esse esquema nos leva, através do tempo, à paz da eternidade. Mas o conceito estático de eternidade não prevalece no Espiritismo, onde ela aparece como duração. O tempo é a visão fragmentária da duração, um recorte do absoluto para o uso das nossas percepções relativas. Os que se apegam ao relativo, às ilusões do temporário, esquecidos de sua própria transcendência, vivem na inquietação e portanto em guerra consigo mesmos e com o mundo. O Esquema de Deus é o plano universal da evolução do qual vemos apenas alguns pedaços acessíveis aos nossos sentidos. Mas a nossa mente, que é cérebro da alma, pode perceber além dos sentidos. Por isso, nas experiências parapsicológicas já se comprovou, cientificamente, que podemos ver com nitidez o passado e o futuro, confirmando-se, assim, as pesquisas espíritas de mais de um século. Os que aprendem a se libertar do relativo para vislumbrar a duração (que é a eternidade em conceito dinâmico) aprendem a superar a inquietação a encontrar a paz. Pela evolução, nossa mente se abre, como uma flor que desabrocha, para a percepção progressiva do absoluto que nos proporciona a paz. Não a paz do mundo, como ensinou Jesus, mas a paz do espírito. A percepção individual dessa paz se transforma aos poucos, em conquista coletiva, na proporção em que a humanidade se eleva e o mundo se transforma. Assim, pela evolução dos homens e do mundo, a paz do espírito, que parece individual, se revelará coletiva e universal. É importante sempre nos lembrarmos de que nada e ninguém nos poderá arredar do Esquema de Deus.

Por Chico Xavier