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Deuteronômio, DT, 34:11, Nunca houve ninguém que fizesse todos os sinais e maravilhas que, por ordem do Senhor, ele fez na terra do Egito, a Faraó, a todos os seus oficiais e a toda a sua terra.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoJeremias, JR, 16:14, - Portanto, eis que vêm dias, diz o Senhor, em que nunca mais se dirá: ´Tão certo como vive o Senhor, que tirou os filhos de Israel do Egito.`
Por Jeremias, Antigo TestamentoII Crônicas, 2CR, 28:26, Quanto aos demais atos de Acaz e a todos os seus caminhos, tanto os primeiros como os últimos, está tudo escrito no Livro da História dos Reis de Judá e de Israel.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoAtos, AT, 20:6, Depois dos dias dos pães sem fermento, navegamos de Filipos e, em cinco dias, nos encontramos com eles em Trôade, onde passamos uma semana.
Por Atos, Novo TestamentoNós temos essa vaga sensação de que as pessoas que amamos e respeitamos estarão vivos amanhã e depois de amanhã, mas isso é um desejo, nada mais, não é algo que prometemos alcançar.
Por Demon Slayer: Kimetsu no YaibaJó, JÓ, 31:22, então que a omoplata caia do meu ombro, e que o meu braço seja arrancado da articulação.
Por Jó, Antigo TestamentoSerei incorrigível, romântico ou velhaco, não digo o que sinto, não sinto o que digo ou mesmo digo o que não sinto; sou, enfim, mau e perigoso, e vocês inocentes e anjinhos. Todavia, eu a ninguém escondo os sentimentos que ainda há pouco mostrei: em toda parte confesso que sou volúvel, inconstante e incapaz de amar três dias um mesmo objeto; verdade seja que nada mais fácil do que me ouvirem um “eu vos amo", mas também a nenhuma pedi ainda que me desse fé; pelo contrário, digo a todas como sou; e se, apesar de tal, sua vaidade é tanta que se suponham inesquecíveis, a culpa, certo que não é minha. Eis o que faço. E vós, meus caros amigos, que blasonais de firmeza de rochedo, que jurais amor eterno cem vezes por ano a cem diversas belezas… sois tanto ou mais inconstantes que eu! Mas entre nós há sempre uma diferença; vós enganais e eu desengano; digo a verdade e vós, meus senhores, mentis…
Por Joaquim Manuel de Macedo