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A gente não combina Mas sempre se deu bem Feito noite e dia Quando um vai o outro vem Se ela me ilumina Eu ilumino também

Por Lagum

Felicidade Um dia alguém bateu em minha porta, vacilei não quis abrir, Pensei que fosse a saudade que vinha me perseguir. Bateu outra vez, só que com mais força e depois não insistiu, Desceu as escadas e pra sempre partiu. Deixando na porta apenas essas palavras: Eu sou a felicidade! E não voltarei jamais.

Por Desconhecido

Deveria existir uma pitada de diletantismo na crítica. Pois o diletante é um entusiasta que ainda não se acomodou e não está preso aos hábitos.

Por J. Atkinson

Não vemos as coisas como são: vemos as coisas como somos.

Por Anaïs Nin

Novos horizontes precisam serem alcançados, não desista.

Por Erick Pereira

a chuva é o céu com saudade do chão.

Por Eveline Sin

Números, NM, 20:29, Quando toda a congregação soube que Arão era morto, toda a casa de Israel chorou por Arão durante trinta dias.

Por Números, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 1:12, E a terra produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie. E Deus viu que isso era bom.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Eu não esperava por isso O que eu queria Era um pouco de romance Mas a realidade Frequentemente dificulta É um pouco de drama

Por DAY6

Essa... Essa, que hoje se entrega aos meus braços escrava olhos tontos do amor de que aos poucos me farto, ontem... era a mulher ideal que eu procurava que enchia a minha insônia a rondar o meu quarto... Essa, que ao meu olhar parado e indiferente há pouco se despiu - divinamente nua -, já me ouviu murmurar em êxtase, fremente: - Sou teu! ... E já me disse, a delirar: - Sou tua ! Essa, que encheu meus sonhos, meus receios vãos, num tempo em que eram vãos meus sonhos, meus receios, já transbordou de vida a ânsia das minhas mãos com a beleza estonteante e morna dos seus seios ! Essa, que se vestiu... que saiu dos meus braços e se foi... - para vir, quem sabe? uma outra vez. - segui-a... e eu era a sombra dos seus próprios passos.. - amei-a... e eu era um louco quando a amei talvez... Hoje, seu corpo é um livro aberto aos meus sentidos já não guarda as surpresas de antes para mim... (Não importa se há livros muita vez relidos importa... é que afinal, todos eles têm fim... Essa, a quem julguei Ter tanta afeição sincera e hoje não enche mais a minha solidão, simboliza a mulher que sempre a gente espera... mas que chega, e se vai... como todas vão... (Do livro - Amo – 1939)

Por J. G. de Araújo Jorge