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Eclesiastes, EC, 9:9, Aproveite a vida com a mulher que você ama, todos os dias dessa vida fugaz que Deus lhe deu debaixo do sol, porque esta é a parte que lhe cabe nesta vida pelo trabalho com que você se afadigou debaixo do sol.

Por Eclesiastes, Antigo Testamento

Ezequiel, EZ, 12:22, - Filho do homem, que provérbio é esse que vocês têm na terra de Israel: ´Os dias passam, e as profecias fracassam`?

Por Ezequiel, Antigo Testamento

O mais belo é também o mais amável

Por Platão

Arrisque-se. Pare de viver de forma tão segura. (Quentin Jacobsen)

Por Cidades de Papel

Números, NM, 16:28, Então Moisés disse: - Nisto vocês saberão que o Senhor me enviou a realizar todas estas obras, que não procedem de mim mesmo:

Por Números, Antigo Testamento

Quando você delega tarefas, cria seguidores. Quando delega autoridade, cria líderes.

Por Craig Groeschel

Atos, AT, 20:34, vocês mesmos sabem que estas minhas mãos serviram para o que era necessário a mim e aos que estavam comigo.

Por Atos, Novo Testamento

A Psicanálise é, em essência, uma cura pelo amor.

Por Sigmund Freud

A publicidade é uma das formas mais interessantes e difíceis da literatura moderna.

Por Aldous Huxley

MEUS OITO ANOS Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias Do despontar da existência! — Respira a alma inocência Como perfumes a flor; O mar é — lago sereno, O céu — um manto azulado, O mundo — um sonho dourado, A vida — um hino d'amor! Que aurora, que sol, que vida, Que noites de melodia Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar! O céu bordado d'estrelas, A terra de aromas cheia As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar! Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã! Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minhã irmã! Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Da camisa aberta o peito, — Pés descalços, braços nus — Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis! Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas, Brincava à beira do mar; Rezava às Ave-Marias, Achava o céu sempre lindo. Adormecia sorrindo E despertava a cantar! ................................ Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! — Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras A sombra das bananeiras Debaixo dos laranjais!

Por Casimiro de Abreu