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Gênesis, GN, 3:5, Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerem, os olhos de vocês se abrirão e, como Deus, vocês serão conhecedores do bem e do mal.
Por Gênesis, Antigo TestamentoEu nunca consegui saber diferenciar Não querer com não mais sentir Não merecer com não mais amar E hoje eu estou aqui Sem ter lugar pra ficar Escrevendo canções pra que Você possa escutar Com outro alguém do seu lado Alguém que te faz sorrir Alguém que vai te abraçar Quando a escuridão cair Te impedindo de me enxergar E eu que hoje estou aqui E pra sempre vou ficar Segundos antes de dormir De mim você vai lembrar Tente me ouvir Tente me ver Um outro alguém (Eu vou buscar) Eu juro que eu vou ser! Alguém que te faz sorrir Alguém que vai te abraçar Quando a escuridão cair Quando você precisar De alguém que não vai mentir Que não quer te magoar Segundos antes de dormir De mim você vai lembrar.
Por FresnoBem, parece-me que os melhores relacionamentos - aqueles que duram - são freqüentemente os que estão enraízados na amizade. Você sabe, um dia você olha para a pessoa e vê algo mais do que viu na noite anterior. Como um interruptor que foi ligado em algum lugar. E a pessoa que era apenas um amigo é ... de repente, a única pessoa com que você consegue se imaginar.
Por Gillian AndersonUma história não deve ser apressada, tem-se de compor devagarinho, é que nem bordado, deve obedecer a um risco.
Por Autran DouradoNão basta apenas querer empreender. É preciso ter conhecimento e desenvolver as habilidades necessárias.
Por Edgar UedaAtos, AT, 2:8, Então como os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna?
Por Atos, Novo TestamentoEntre brumas, ao longe, surge a aurora. O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu risonho, Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu tristonho, Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. E a catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”
Por Alphonsus de Guimaraensnevermore fizemos piqueniques em Pasárgada tramamos romances rocambolescos nas praias mais improváveis. cifras grifos dragões dalém mar cuspiam fogo em nossa eros-dicção você era mais luz: eu era mais treva fomos quase felizes para sempre antes que você escolhesse o dia a hora o grand-finale do espetáculo (ou não escolhesse: a morte é sempre um pas-de-deux com o deus do acaso)
Por Geraldo CarneiroComo a propagação é muito rápida em regiões densamente povoadas, algumas áreas não podem mais ser contidas.
Por Alive (2020)