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MEU PAI, MEU HERÓI - HOMENAGEM DIAS DOS PAIS Pai: exemplo de valor e retidão. Ensinamento, espelho, esperança. Semente boa plantada em nós lá na infância. Que germina pela vida afora, estruturando o ser e o não ser. Como falar sobre esse amor? Se amor de filho para pai às vezes é calado, contido? Dizer é amor apenas, talvez baste. Amor genuíno, em sua máxima expressão. Pai: anjo protetor, guardião das boas atitudes. Ah, a vontade de ser o que ele é! Mesmo que às avessas. Que assim seja. (Trecho do livro Meu pai, meu herói)
Por Anderson CavalcanteÓ madrugada, tardas tanto... Vem... Vem, inutilmente, Trazer-me outro dia igual a este, a ser seguido por outra noite igual a esta... Vem trazer-me a alegria dessa esperança triste, Porque sempre és alegre, e sempre trazes esperanças, Segundo a velha literatura das sensações. Vem, traz a esperança, vem, traz a esperança.
Por Álvaro de CamposJó, JÓ, 19:29, então tenham medo da espada, porque tais acusações merecem o seu furor, para que vocês saibam que há um juízo.`
Por Jó, Antigo TestamentoAntes de mais nada!!não existe publicidade negativa portanto falem bem,falem mal mas falem de mim eo não tenho inimigos só pessoas que não gostam de mim mais na verdade esses são meus maiores fãs por que tem tanta raiva de mim que pensam em mim quando acordam,quando vão dormir ou em tantos otros momentos e no fim eu sou superior por que pra mim eles não valem nada a ponto de eu não ocupar meu tempo pensando neles!!
Por Junior LoureiroSalmos, SL, 40:11, Não retenhas de mim, Senhor, as tuas misericórdias; que a tua graça e a tua verdade sempre me guardem.
Por Salmos, Antigo TestamentoDeuteronômio, DT, 15:22, Vocês devem comer a carne desses animais na cidade em que moram. Tanto as pessoas impuras como as puras poderão comer dessa carne, como se come a carne da gazela ou do veado.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoA razão foi dada ao homem para o obrigar a reconhecer que ela não serve para nada.
Por Erich RemarqueDesiludida, sozinha, da mesma forma como sozinha se iludiu. Fica com um copo vazio entre as mãos e com algo mais difícil de preencher por dentro. Ela, um mero adubo daquela planta que, aos poucos, floresce sobre um túmulo de um amor que murchou. Aquela planta rara à qual damos o nome de felicidade.
Por Federico Moccia