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Aonde quer que a gente vá, esta família é a nossa fortaleza.

Por Avatar: O Caminho da Água

⁠O segredo do sucesso tá aí: cala a boca. Conquista primeiro e depois você conta.

Por Jojo Todynho

Cidadezinhas podem ter muitas surpresas.

Por A Maldição de Bridge Hollow (filme)

Marcos, MC, 6:5, Não pôde fazer ali nenhum milagre, a não ser curar uns poucos doentes, impondo-lhes as mãos.

Por Marcos, Novo Testamento

O braço constrói, o espírito eterniza.

Por Coelho Neto

O Pó Um pedaço de terra, dura feito pedra Um liquído viscoso, feito chorume, fétido, forte e repulsivo. Uma vida de abnegações, porém, cheia de sonhos. Um corpo inerte. Pela morte? Talvez, alguns diriam. Sombra que assombra, luz que não alumia, alma fugidia. Passado em vida a mexer loucamente as águas que teimavam em não se misturarem; dum lado óleo, doutro, água. A vida por um giro, até a exaustão! Parou. Assim que deixou, cada um foi para o lado que lhe cabia. Uma subiu, pesada e leve. A outra, leve mas pesada, foi ao fundo. Finalmente, cada uma estava em seu lugar por direito.

Por Rô Smith

Inverno Como as gotas no vidro, como as gotas de chuva numa tarde sonolenta, exatamente iguais, superficiais, ávidas todas, breves, se ferem e se fundem, tão, tão breves que não poderiam acomodar(acolher) o medo, que o espanto não deveria fazer marca em nós. Depois, já mortos, rodaremos, redondos e esquecidos.

Por Ida Vitale

Sabe-se que a busca por melhores resultados precisa ser acompanhada de satisfação não apenas na chegada, mas no caminho, e que, ao encontrar o prazer na trajetória, você amplia as chances de sucesso e de quebra ataca uma das mais severas questões da atualidade: a dificuldade de viver o presente.

Por André Heller

A pobreza permite autonomia. A miséria priva-nos dos direitos.

Por Edgar Morin

Eclipse Olho no espelho E não me vejo Não sou eu Quem lá está Senhores Onde estão os meus tambores Onde estão meus orixás Onde Olorum Onde o meu modo de viver Onde as minhas asas negras e belas Com que costumava voar Olho no espelho E não me vejo Não sou eu Quem lá está Senhores Quero de volta Os meus tambores Quero de volta Os meus orixás Quero de volta Meu Pai Olorum Em seu esplendor sem par Quero de volta O meu modo de viver Quero de volta As minhas asas negras e belas Com que costumava voar Olho no espelho E não me vejo Não sou eu Quem lá está Séculos de destruição Sobre os ombros cansados Estou eu a carregar Confuso sem norte sem rumo Perdido de mim mesmo Aqui neste lado do mar Um dia no entanto senhores Eu hei de me reencontrar.

Por Carlos de Assumpção