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Josué, JS, 19:22, O limite tocava o Tabor, Saazima e Bete-Semes e terminava no Jordão. Ao todo, dezesseis cidades com as suas aldeias.
Por Josué, Antigo TestamentoEra difícil para mim sentir medo de alguém a quem há tão pouco tempo eu havia tratado como paciente. A viajante do tempo
Por Diana GabaldonA partir de agora, todo dia será um pesadelo. Eles serão provocantes e aterrorizantes. Não podem me impedir ou me fazer desaparecer. Meu plano é me tornar um boato seu bem antigo.
Por A Lição (The Glory)Deus dá a todos uma estrela. Uns fazem da estrela um sol. Outros nem conseguem vê-la.
Por Helena KolodyÊxodo, EX, 12:5, O cordeiro será sem defeito, macho de um ano, podendo também ser um cabrito.
Por Êxodo, Antigo TestamentoDiário público de Aline Caira Em muitas situações, lamentavelmente, a oportunidade de apresentar sua perspectiva sobre um evento ou situação é negada. Idealmente, a obtenção de informações de todas as partes envolvidas, em um diálogo direto e respeitoso, deveria ser uma prática fundamental, pautada pela honra e pela decência. Contudo, é frequente que indivíduos formem opiniões e julgamentos precipitados, baseados em informações parciais ou distorcidas, sem conceder à pessoa em questão a chance de se defender, esclarecer os fatos e dissipar as interpretações errôneas. Essa atitude priva a verdade de emergir e perpetua equívocos que podem gerar consequências negativas. Lamentável...
Por Aline CairaHá mais de dois mil e quinhentos anos nasceu no Nepal um homem chamado Siddharta Gautama, um príncipe pertencente a uma casta nobre e que vivia num palácio. Ao constatar, porém, que para lá do palácio a vida era feita de sofrimento, Siddharta abandonou tudo e foi para a Índia viver numa floresta como um asceta, dilacerado por uma pergunta: 'para quê viver quando tudo é dor?' Durante sete anos deambulou pela floresta em busca da resposta a essa pergunta. Cinco ascetas convenceram-no a jejuar, por acreditarem que a renúncia às necessidades do corpo criaria a energia espiritual que os conduziria à iluminação. Siddharta jejuou tanto que ficou esquelético e o seu umbigo tocou-lhe na coluna vertebral. No final, constatou que o corpo necessita de energia para alimentar a mente na sua busca. Decidiu, por isso, abandonar os caminhos extremos. Para ele, o verdadeiro caminho não era o da luxúria dos dois extremos. escolheu antes o caminho do meio, o do equilíbrio.
Por José Rodrigues dos Santos