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Nossa vida nos ensina Não há grande ou pequeno. Há o generoso e o tacanho. Quem com olhos de bondade ver, não assassina a alma do semelhante. Não há maldade sem planejamento nem afago que não cure. Somos tão bons quanto nos queiram ser. Somos tão ruins quanto nos imaginem ser. O nosso ser é acalentado pelo calor do amor e ressecado pela frieza do ressentimento. O mais difícil é mensurar a brisa que acalma o coração e as gotas que caem dos olhos pela alegria ou pela tristeza que o amor provoca diante do sabor ou dessabor da dor. Não imagino uma vida sem preocupações nem alegrias sem frustrações. A madureza é feita a partir do entalhe que a alegria e a dor esculpem em nossa mente e coração. Graças às verdadeiras dores que nos ensinam que a alegria é efêmera e mentirosa,embora deliciosa, nos enganam e nos anestesiam e nos deixam inconscientes que a vida é difícil. Mas é isso que alegra o nosso ser, a verdadeira mentira que o mau é bom e que o bom é fútil.
Por Antonio FerreiraFilemom, FM, 1:21, Certo, como estou, da sua obediência, eu escrevo a você, sabendo que fará mais do que estou pedindo.
Por Filemom, Novo TestamentoGênesis, GN, 8:10, Noé esperou mais sete dias e de novo soltou a pomba fora da arca.
Por Gênesis, Antigo Testamento"No mundo não existe rico ou pobre, gordo ou magro, bonito ou feio e sim a pessoa certa !"
Por alexandre moraisI Samuel, 1SM, 17:11, Quando Saul e todo o Israel ouviram estas palavras do filisteu, ficaram assustados e com muito medo.
Por I Samuel, Antigo Testamento"Algo que é frustrante sobre a preparação é que ela normalmente leva muito mais tempo do que o evento real para o qual a pessoa se prepara."
Por John MaxwellII Reis, 2RS, 17:30, Os da Babilônia fizeram Sucote-Benote; os de Cuta fizeram Nergal; os de Hamate fizeram Asima;
Por II Reis, Antigo TestamentoNão vê o perigo inerente no que está fazendo? Você usa o poder da genética, o mais incrível do planeta, como um menino usaria a arma do pai. (Ellie Sattler)
Por Jurassic Park: O Parque dos DinossaurosO que me impressionava como a prova mais maravilhosa da minha aptidão, ou inaptidão, para a época é o fato de nada do que as pessoas diziam ou escreviam ter tido qualquer verdadeiro interesse para mim. Só o objeto me perseguia, a coisa separada, destacada, insignificante. Podia ser uma parte do corpo humano ou uma escada numa casa de vaudeville, podia ser uma chaminé ou um botão achado na sarjeta. Fosse o que fosse, permitia-me desabafar, render-me, apor a minha assinatura. E não podia apor a minha assinatura à vida que me cercava, às pessoas que compunham o mundo que conhecia. Estava definitivamente fora do seu mundo, como um canibal está fora das fronteiras da sociedade civilizada. Estava cheio de um amor perverso pela coisa em si - não um apego filosófico, mas sim de uma fome apaixonada, desesperadamente apaixonada, como se na coisa abandonada, sem valor, ignorada por todos, estivesse contido o segredo da minha própria regeneração.
Por Henry Miller