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Tenho os lábios secos... Arde-me a cabeça... Tenho febre... Vejo o presente, e também o passado e o futuro... E tudo me assusta... Já nem sei mais o que digo... Penso em deixar de pensar... Trago perdido o que o espelho não mais retrata... Sem o cortejo das estrelas... Sem o que me enfeita... Inocência... Aonde deixei ficar? Vens oh lua... Espantas com o teu clarão as sombras que me perseguem... Todos os lugares são o mesmo... Com um coração que tem que pulsar... Dizer a Verdade quem poderá? E do esquecimento inviolável... Nas trevas sondo, fixo e absorto... Interrogo o intrépido destino... Além das cousas transitórias... Das paixões e das formas ilusórias... Em meu refúgio... Continuo sonhando... Onde me perdi... Também me encontrei... E dos cálices de absinto que bebi... Nessa Babel velha e corrupta... Muitos outros sei... Que ainda os beberei... Sandro Paschoal Nogueira
Por Sandro Paschoal NogueiraA compaixão que sentimos pelos marginais,cuja a inferioridade provém talvez de lesões irreversíveis datando a primeira infância,ou de taras hereditárias,nos impede de proteger os seres normais.
Por Konrad LorenzNunca admiro o ato ou o fato, mas apenas o espírito humano. O ato, o fato, são vestimentas e a história não é mais do que o velho guarda-roupa do espírito humano.
Por Heinrich HeineI Coríntios, 1CO, 12:20, O certo é que há muitos membros, mas um só corpo.
Por I Coríntios, Novo TestamentoAtos, AT, 1:14, Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele.
Por Atos, Novo TestamentoSou um homem livre – e preciso da minha liberdade. Preciso estar sozinho. Preciso meditar na minha vergonha e no desespero em retiro; preciso da luz do sol e das pedras do calçamento das ruas sem companheiros, sem conversação, frente a frente comigo, apenas com a música do meu coração como companhia. Que querem vocês de mim? Quando tenho algo a dizer, ponho-o em letra de forma. Quando tenho algo a dar, dou-o. Sua curiosidade indiscreta faz virar meu estômago! Seus cumprimentos humilham-me! Seu chá envenena-me! Nada devo a ninguém. Seria responsável somente perante Deus – se Ele existisse!
Por Henry Miller