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Provérbios, PV, 11:4, As riquezas não servem para nada no dia da ira, mas a justiça livra da morte.
Por Provérbios, Antigo TestamentoNada debilita mais a inteligência do que a obstinação orgulhosa na astúcia fracassada.
Por Olavo de CarvalhoÉ realmente pensamento natimorto mandar as mulheres à luta pela existência, exatamente como se fossem homens. Se, por exemplo, eu imaginasse minha gentil e doce filha como competidor, terminaria por dizer-lhe, como fiz há dezessete meses, que gosto dela e que lhe imploro que se retire da luta, vindo para a atividade calma e sem competição de minha casa.
Por Sigmund FreudII Crônicas, 2CR, 28:7, Zicri, homem valente de Efraim, matou Maaseias, filho do rei, Azricão, alto oficial do palácio, e Elcana, o segundo depois do rei.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoJó, JÓ, 23:16, Deus é quem fez o meu coração esmorecer; o Todo-Poderoso me encheu de pavor.
Por Jó, Antigo TestamentoEu sempre fico espantado por uma floresta. Ela me faz entender que a fantasia da natureza é muito maior do que a minha própria fantasia. Ainda tenho coisas para aprender.
Por Günter GrassTudo bem se alguém não gostar de você, porque, não importa o que você faça, sempre haverá quem o desaprove. Então, em vez de se preocupar com críticas e rejeições, faça escolhas com base nos seus valores e nas suas necessidades e sempre viva a vida de forma autêntica.
Por Haemin SunimO Mito da Caverna O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações. Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão o chamar de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.
Por Platão