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Hoje eu vim te procurar A saudade era demais Vim falar do meu amor Timidez deixei pra trás

Por César Menotti e Fabiano

Este homem que esperou Este homem que esperou humilde em sua casa que o sol lavasse a cara ao seu desgosto Este homem que esperou à sombra de uma árvore mudar a direcção ao seu pobre destino Este homem que pensou com uma pedra na mão transformá-la num pão transformá-la num beijo Este homem que parou no meio da sua vida e se sentiu mais leve que a sua própria sombra

Por António Ramos Rosa

Atos, AT, 12:13, Quando ele bateu à porta da frente, uma empregada, chamada Rode, foi ver quem era.

Por Atos, Novo Testamento

Deuteronômio, DT, 14:10, Mas tudo o que não tiver barbatanas nem escamas vocês não podem comer; será impuro para vocês.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

“O amor é o sentimento que faz com que a grandiosidade da vida seja plena em todos os sentidos...”

Por Oscar de Jesus Klemz

Mateus, MT, 7:9, <J>Ou quem de vocês, se o filho pedir pão, lhe dará uma pedra?</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Muitas vezes nos dizem para não vivermos no passado. E esse é de fato um bom conselho. Se não tivermos cuidado, o ontem pode roubar nosso hoje e nossos amanhãs.

Por C. C. Hunter

Os espelhos são usados para ver o rosto; a arte para ver a alma.

Por George Bernard Shaw

Pessoas desaparecem o tempo todo, pergunte a qualquer policial. Melhor ainda, pergunte a um jornalista. Os desaparecimentos fazem parte do dia-a-dia dos jornalistas. Adolescentes fogem de casa. Crianças desgarram-se dos pais e nunca mais são vistas. Donas-de-casa chegam ao limite de sua paciência, pegam o dinheiro das compras e um táxi para a estação de trem Banqueiros internacionais mudam de nome e desaparecem na fumaça de seus charutos importados. Muitos dos desaparecidos serão encontrados, por fim, vivos ou mortos. Afinal, os desaparecimentos têm explicação. Quase sempre. A viajante do tempo, Outlander

Por Diana Gabaldon

Acreditamos que à nossa volta existem criaturas semelhantes a nós e, ao contrário, só há gelo e pedras que falam uma língua estranha; nos preparamos para cumprimentar um amigo, mas o braço recai inerte, o sorriso se apaga, porque percebemos que estamos completamente sós.

Por Dino Buzzati